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A mostrar mensagens de 2010

Loucura!

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E do lado de dentro, olho, observo, com um único olhar novo e eterno – quanto dura um dia? Escrevo no tempo tentando contrariar o dia em que não pertenci. Rescrevo e rasuro na ténue tentativa de salvar algumas estrofes, acrescento vírgulas, retiro os pontos finais e no final reticencio, com o mesmo sabor de todas as vindas. Historia perfeita, por onde deslizam os encantamentos em versos dos nossos defeitos perfeitos, com cheiro de quem quer ficar em uma qualquer eternidade … Um nunca terminar de várias estações que se esqueceram de anoitecer, fazer da vida um faz-de-conta, pedaços de sonhos inteiros… Tenho a mania de acreditar no impossível, nos “impossíveis”, almas invisíveis que descompassam os ritmos, em uma quase sorte! O meu cenário em um vão de uma falta seguinte, o meu palco onde te enceno, por entre quase um silêncio que te exclama! Mesmo que a noite não grite, que tente desfazer horizontes em um pulsar de lentidão, os Eus entrelaçados por entre os inacabados nuncas, já mais se...

MUDA - Segundo a Vida Nem sempre dá Certo!

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Muda, Se as coisas nem sempre são como planeamos, se acabou por não dar certo, então que se Mude, mas mude-se de uma forma que não se tenha que viver tudo de novo, já se percebeu que se não deu à primeira…… OK, uma etapa terminada, Acabou! Que seja, Aceitar e Acordar acaba por ser o melhor! Mudo a pagina, a Historia e Reinvento-me, e Vivo de novo, um digno e terno momento, assim para alem de doido… Como sempre, Fujo das regras, sigo a estrada e vou, Esqueço as mágoas as tristezas antes que elas me esqueçam a mim e coloco um novo sorriso no rosto, Sim não tem outra forma! As coisas acabam perdendo a sua graça o encanto, e viver também é ceder. E assim é! Assim seja! “Cedo”, mas para alguém, para algo digno do meu valor, do que sou e do meu brilho, não importa quem ou o quê efectivamente. A Vida, assim como uma canção em uma noite estonteante, acaba por já ter começado e lamento, mas eu não danço sozinho, então corro antes que a mesma termine, antes que amanheça, que os beijos percam o s...

ANJO MAU!

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Sempre pensei que a Vida era dos “Fracos”, aqueles que sabendo o seu Valor, não sentem a necessidade de provar nada e assim aparentemente passarem ao lado do Mundo. Digo aparentemente, porque ser discreto não é ser Nulo. Da mesma forma que acredito que a alegria de uma vida acompanha os mesmos valores, porque a mesma não está, na verdade, em ninguém em especial, desenganem-se os sortudos, os assim-assim e os “vai se andando”… A Alegria, a Felicidade e a Vida persiste no agarrar do momento, no cheiro de uma primavera e até no sabor de um dia de chuva, e só desaparece na conjugação do verbo “desistir”… Percebo aos poucos que na verdade escolher a opção mais fácil, mais cómoda não implica efectivamente que esta seja a melhor, pois muitas vezes, se não todas, não passa de um estado em que se continuará ser a pessoa que se era! Sou dos que não deseja Tudo, se esse mesmo Tudo não passa de uma amontoado de “coisas” que em nada me trás o que realmente preciso… Vivo de selecções, de pequenos na...

Na Terra do Nunca!

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Como cinzas caídas do céu, o tempo rasteja, lento e morbidamente… Por entre o entristecer, de um entardecer na “terra do nunca” como um primeiro impacto, sempre maior, intenso e profundo o encanto esvai-se e rebenta em mil estilhaços, pedaços de restos eternos caem no chão em um desarrumado de despojos. O cansaço de altos e baixos, torna em primeira instancia o espelho da realidade no reflexo de um ensaio sobre a cegueira , rendendo-se a todas as imagens…. As palavras gastam-se por entre as vezes que foram escritas, ditas e reditas, como único trunfo os sentimentos, todos os sentidos e levados á exaustam, pouco importa, pouco vale o sangue que corre pelas veias... Entre as hipóteses expostas escolher o medo, não é a carta que desejo “jogar”, porque para mim a vida é correr o risco, sonhar, falhar e suceder, já mais trocaria um momento intenso na mesma “Terra do Nunca “, por um pacato e medonho momento de segurança… A vida nada mais é do que um estado para ser descoberto, aquele ingredi...

Who Know Who I Am? O Ultimo Suspiro… Segundo o Por do Sol

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O mundo sempre procura qualquer coisa que seja apenas um pouco mais do que ser vida! Os receios de perca nem que seja por um pegar de mão faz desistir qualquer suspiro, leva a deixar de lutar, a não sonhar o suficiente… Tudo o que temos não é suficiente alem do silêncio, escolher em vez de optar… Sempre se precisa de apenas um… momento… alguém para dizer a verdade… E mesmo acreditando, tudo o que tenho pode e não deve ser suficiente, quando existe em algum lugar o bater da duvida… Desejos, vontades, quereres, sentimentos e situações e como acordes imperfeitos em melodias uma 8º a baixo… Um andar de rua, entre montras luzes e sorrisos abdicados, de fio a pavio mesmo que o “Mundo” não peça licença e nos questione por onde para a ternura do sentir, nos esconda os braços que outrora procuravam abraços, que agarravam com a vontade do sentir… Parceiro de uma teoria chamada destino! O Tempo esse tirano … Que faz do encantamento da alma algo que não se assume, que por um qualquer aspecto da pe...

NOTAS DE AUTOR

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Gastei todo o meu tempo para terminar sempre como uma segunda hipótese! Deste devaneio silencioso e infinito como um “desperdício” de vida, se tornou fria e amarga… Nos momentos em que os olhos perderam o brilho e pela ironia sentir algum conforto, nas palavras soltas e deslocadas… Tornei-me! Tornaram-me em uma melodia que lentamente se tem vindo a destruir… Procuro um intervalo, que me retire o vazio que se infiltra pelas minhas veias… Suave desprendimento, por onde me ergo pelos destroços… Cansado pela rigidez das regras, dos abutres e ladrões que tornam cada vez mais difícil acreditar na doce loucura…. Pelas sombras confusas, que não fazem a diferença, assim, como um escuro e frio quarto de hotel por onde procuro uma distracção em gloriosas tristezas… Talvez consiga encontrar algum conforto mas por alguma razão não é o suficiente… Memorias no que nos tornamos, onde se encontram todos os pormenores dos mais fascinantes, aos grandes obstáculos de quem foge uma ultima vez… E de quem te...

O OUTRO EU COM QUEM EU NÃO ME DOU!

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Reparo o quanto é terrível para mim o som de um silencio especifico! Fenómeno plausível de quem mais nada tem de sustentação para alem de uma tese de Sigmund Freud, inconsciente… Apercebo-me agora que o outro EU, aquele tantas vezes acusado de inconsciente, inconstante e hipoteticamente uma hipoteca de vida, que demanda a cada segundo a paragem do tempo a fim de realizar um sonho, na mais é do que uma tela reluzente, instantânea, eterna e fictícia! Este outro Eu que já mais se assusta pela exactidão do “poder” que supostamente demonstra no “percorrer do sangue” no fervor da vida, nos momentos tão perfumadamente reclamados. Simples, singelo e de sabor único… Eu! O outro Eu! Múltiplo de sinais corpóreos, metamorfoses de actos falhos e renascentista por vocação… Pelo no sence da exactidão das coisas que se seguem pela bitola contemporânea por quem nada cumpre e nada vê! Não-atomista! É isso Um (não) Eu em capítulos, explanados pelo olhar conglomerado da mudança interna. Sem mascaras ou re...

Maybe, Your glory goes beyond all fame!!!

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É feito de pasmos todo o sorriso que me assola enquanto pelo limbo dos inadaptados permaneço absorto pela aparente ausência… Todo o olhar do baço espelho por onde a passos a espaços vestimos a pele antes de pisar o palco! Analiso, observo e endoideço! E com os olhos a darem sinal do cansaço que o corpo sente como um desafio ao próprio espectro de estados incógnitos… Aceito que se o mundo fosse um pouco mais pequeno, talvez eu fosse um pouco mais crescido… ou se “tu” foces um pouco mais “coragem” a vida se torna-se um pouco mais despida de artifícios! Guardião de noites vazias! Profundo olhar de desculpas e anseios! Assim como uma noite sem lua, Nova! Etapa renascentista de quem tudo muda! E na fumaça do cigarro ou no fundo do copo o saber amargo do resquício dos tempos transforma-me! Por alguma razão o certo ou errado deixou de pesar de forma suprema, a conquista da felicidade faz-se a cada passo, e apesar de por mais de mil vezes não querer separar os meus fracassos das minhas vitória...

Dá-me ar!

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Deixo o disfarce! Deixo para trás! Abro a janela sobre a vida, e deixo cair mais um dia rendido! E vivo a noite só para lembrar, que há mais uma festa para gritar, para correr e fugir demais! E assim é o poder, o querer do meu espaço em ti onde acabo sem conseguir parar! É o cenário que manda em mais um dia perdido! Só para me conseguir sufocar… Guardo, o poder de querer os traços do teu sabor no meu espaço! Mais uma vida sofrida em um desespero que me quer parar! E no escuro escondo os montes que tapam o vento que me faz frio… Mais uma musica, mais uma noite só para lembrar que há uma vida esquecida! E assim grito, respiro, ganho e trago demais, a sombra do espaço onde o tempo é de viver… E até doer procuro um estado para espancar, procuro a luz só para me ver! Para me libertar Quero ar! Quero o direito a olhar de frente o sol até me queimar… Quero mais! Talvez um trono para perder… Anseio o direito a gritar de ter um mundo que me empurre a viver... …Acordar! Respirar, esquecer, e ter...

Somewhere only we know!

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E pelo beijar da manhã, um acariciar de rosto, um estado cinematográfico, doce e amargo, suave e intenso, um momento fácil de surgir mas difícil de esquecer! Torno-me respirar… Como o primeiro estado líquido, puro receio, com hesitações mas tão desejado, um cansaço inseguro assim como um toque de almas no solstício de outros mundos. Um descobrir de sentido, de sentidos com sabor a café! Lento e suave como um acordar, um despertar extasiado. E na pequenez simplicidade de aroma mistico que vagueia pelo ar, tempero de vida, plenos sorrisos surge mais um dia magico para viver. Uma noite de faz de conta traça a realidade, como um tempo ancestral de abraços apertados, percorro avenidas de pensamento, torno-me notícia de abertura! E vislumbro a essência fugaz de um sorriso. Por um olhar torno-me silencio, revolta e um prenúncio de sobressalto, um realizar de sonhos, assim como um embriagar de estados, um refúgio… Um arrepio de pele e um suspirar profundo. Um descobrir de medos em que de todo ...

Escrevo-te!!!

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Como um momento de verdade, por mil vezes, antes do tempo, da vida, de tudo, ainda antes de ter voz, ou nome. Escrevo-te na parede, aquela que vive dentro de mim, que de portais magnificastes, de alma única e estremecer tridente, revela o mais profundo dos mundos Daqui de onde te escrevo, há no ar um perfume intenso, aroma suave de céu azul… E no delírio do silêncio és loucura de inspiração que inquieta no percorrer da alma… Um estado inacabado de sentir que se transforma em harpejo de toque e suster de respiração, em um marcar de lábios adormecido… Druida da noite, abandono de corpo em estilhaços de explosão, um ente mágico que da aura desdobra as asas, solstício translúcido e displicente, como um segredo que se propaga pelo conjugar de verbo, Do verbo! És respirar de uma forma diferente de saber amar. Há um mundo de palavras por acordar, uma dança entre dois estados, que pela brisa do sentir que imaginamos… Brilho reluzente de estrela única, e instinto de sabores… Escrevo-te e a cada...

Peace of Mind

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Tudo o que respiro, transpiro e sinto... é ser amor eternamente, e ser duvida intermitente... Como uma voz na multidão, Chegas-te de vagar, assim como uma leve e doce brisa… E como o barulho ensurdecedor que o silêncio faz eu oiço a tua voz! Subitamente deixo-me cair perdido em um sonho! Como um anjo, surges para trocar o errado pelo certo, pelo sentir, pelo poder de sentir! O silêncio entoa o eco das nossas almas ao encontrarem-se a reencontrarem-se, e assim nada do que parece é! E debaixo de um feitiço, sinto o coração palpitar a torturar-me docemente, acabo totalmente perdido e na verdade não me importo, porque sei que no final de o dia no desapertar da gravata de alguma forma estas presente… E pegando na história que me constas-te uma vez, recordo-a pedaço por pedaço na altura dos “porquês”! Transporto-a para a altura em que a lua trazia mais certezas… e o tempo não passava. Atitudes reflectidas de medo, tens o poder de me transformar, de me tornar em conto de história infantil! Só...

Desencontros.....

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Desconhecido por completo, em tardios tempos de lua em transformação obscena de sentir de emaranhado de palavras e receios insólitos desencontros… Lentamente desço em mim e nas memórias pelo quotidiano implícito de sentir melancolia. Olhares em objectivo e pensamentos esquecidos pelo tempo, profano e sagrado desbravo medos, deixo-me perder pelo tumultuoso de memórias e restos. Como uma insónia sem corpo ou uma alma sem noite sinto o teu cheiro, mítico suspiro que percorre as veias. Imagem insidiosa e incendiária transformo-me em louco sonho de silêncio e desisto, venço-me pela memória de uma vida curva… E em um gesto de calar palavras e pensamentos, troca inexistente e fantasma longínquo envolvo-me observando o desmoronar de um castelo de cartas… E em um jogo demasiado real perco a razão por receios verbais e carisma de tudo o que parece perdido em momentos que se escolhem outros pensares… Como uma ferida de erro anjos transformam-se em demónio para que em algum ou outro lugar se alte...

A música do sentir!

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Sem um única palavra, levantamo-nos e o mundo continua! O pensar por pensar, por insistir, permanecer pelo aumentar da respiração. Que ninguém descreve, surreal e ao mesmo tempo tão verdadeiro e a cada canto, a cada somar de letra o silêncio tão ensurdecedor do leve toque! E por espaços incumbidos de sorrisos de toques leves por um momento breve! Almas que à muito se dissolveram em astro, murmúrio de voz e pela areia vazia da praia escreve-se historias por contar, é um criar por si só de magia constantemente inventada. Magia da noite e alento de reflexos de tensão, e sem medo d’aquele sabor de palavras emprestadas dos jogos inocentes que despertam e apertam! Ser conduzido pela emoção, de lutar até ao fim, de ser dos acordes que nos saem dos dedos uma imortalidade… Burilarem, rasgando os receios mais densos, de melancólicas crassas. E no somatório um rejubilar endógeno em rendição de desenhos suaves e lugares longínquos… Hão-de os dias esgueirar-se e ver-nos sorrir, astros súbitos a rem...

EM NOME DO VENTO

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E na calma da rendição no terminar do tumultuoso dia, o calor do vento leva-nos a caleidoscópios rodopiantes de sentir! Momentos encantados de química e aromas de Avalon, de guerreiros maravilhados e corações inquietos… que nos faz chegar longe acreditar e sentir… Existe um tempo, um verso e um motivo para vastidões de estrelas e peregrinos irreais. Cálices mágicos e desprender de almas, olhares cúmplices e amores infinitos. Toques de arrepiar, e tempos intermináveis como uma “vela” que queima muito antes da sua lenda! Vislumbre de amanhecer de sabor a sal e mar, em tudo há um recomeço único que activa a vontade, a voz da pele, do tacto que ecoa longínquo. Enlaça-me a alma num aperto longo, louco, no toque leve, no afago do instinto… breve sabor do vento. E como brisa sem controlo há um jeito no olhar que diz que a noite não é mais que sentimento! Escrito na linha da vida, acompanhado pelo bater do coração como um sonho o tempo pára como um dia de inocência que cai pela noite! Sonhos a...

Ashes to the sky

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Pedaço de paraíso e tempo eterno, de fim de tarde por onde repousa os olhos ávidos de sentir. É outra vontade que escuta os murmúrios de puro transbordar de algum lugar, de algum sentir… E Em uma bebedeira de cor inclino-me lento pelo teu toque equino, qual espada de espadachim na sede, de ter sede de ti… É outra paisagem por onde me afundo por margens de estados ausentes. De cúmplices a estranhos devidos por sentimentos contidos e esperanças vãs, no pressentir do tempo. Cinematógrafo vazio, por onde se projecta a alma, estar vivo pelo bateu do coração e brilho por entre uma tela imprecisas de palavras e lágrimas nuas… Epopeia de ausências vorazes, que atapeta a melopeia louca, que falam do cetim, pele e dança tribal. Almas silenciadas por muros de nada, interlúdios de medo. Primeiro elemento e última base, desapertar de amarra, delicados entremeios esquecidos em madrugada. Qualquer coisa de enigmático que se esconde por de trás da falsa indiferença. Talvez pelo indivisível dos pensame...

a Soul Matter…

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Não sei se é noite ou dia, se estou certo ou errado… Cansado de ser eu! Caiu de novo, sem saber se estou vivo ou enlouquecido… Sozinho, a vida apanha-me de surpresa! Como reacção! Fecho os olhos e deixo-me levar, permito-lhe que me “roube” os sonhos e que me indique o caminho… E como sempre encontro o tempo que contámos dia após dia, todo o sentimento que não foi suficiente para me fazer correr, lutar ou descompassar… Até porque, quem disse que a vida dura para todo o sempre? Quem disse o “Big Fish” não se deixa apanhar? E assim deixo chover, deixo chover para que o sol volte outra vez, tempos melhores, paraíso e liberdade no final e terminar com angústia que revela o louco encanto… A Verdade é que as palavras não dizem, ainda que vastas não bastam, mesmo que por teimosia o vá dizendo em silêncio, assim em um sussurro de ouvido verdades grandes, como cílios que se encontram por acaso na luz branda da escuridão… Pelo brilho dos olhos no deslumbre do encontro, na dor do desencontro. E os...

Better version of me!

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E perdi, tentando ganhando o mundo… Com o jeito inocente e uma imaginação do tamanho do Universo, o dia acordou diferente… Com um a mescla de cores decorrente da paleta de sentidos, e pinceladas frescas de compreensão e desânimo. Sem sentido, e dever cumprido tomava majestade pelo silêncio que ecoava pelo raiar tímido do sol. De volta ao solo um sentir em tempo real vazio de esperanças mas carregado de razão. Ao tentar ganhar o “mundo” perdi, pelos motivos errados, não foi por falta de sentir, mas por excesso de medo da quimera sedenta que me habita, assim como um luxo dos utópicos. Por nuances de sorrisos sem falsidade, sem ardor ou qualquer vínculo respiro fundo, alivio do da metáfora em caos organizado ou da poesia desafinada. Adentrando e desmistificado, pela linha de passe surreal, ajustando o torpor dos anjos a vida abranda, acalma, os clichés eternos de vontade dão lugar ao respirar diferente. Meios gestos moribundos de vaga-lume e sorrisos leves e singelos levam a que tenha sid...

O INVERSO É DESIGUAL!

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Pouso no silêncio, na indiferença talvez, ou apenas na resistência de assumir. Pouso no silêncio das respostas no texto já calado, ou na “porta” mal fechada por onde entram poetas intrusos, vontades com luz própria tentando dar voz à ausência acentuada, Escondido na cor amarga do fim de tarde, poeta de medo chantageando o sentir, dando-lhe quereres sem a minha permissão. O lume das horas a pouco e pouco entristecem os sorrisos que outrora foram de verdade, e pelo meio imagens de chuva areia e mar, jardins labirínticos de amor e receios, arquitecturas mentais por onde se pode rasgar o momento de qualquer voragem de tempo. Portanto enquanto pouso no silêncio esclarecedor construo estados de areia e cinzas, de água e fogo, de cassiopeias terminais abandonados à invasão do tempo da melancolia. E em tempo integral sacrifico sabores de outros estados sagrados, momentos resplandecentes de emoção com os quais os frios e insípidos moralistas me assustam. Cerceado durante um tempo demasiado long...

Captain of my Soul...

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Nem todo o sonho se torna realidade, mas a realidade pode tornar-se em um profundo sonho…. Todas as respostas, poderão estar na forma como “depositamos” a réstia de sentir. É de facto preciso algum tempo para se conseguir ver que os sonhos tambem se tornam realidade, e de uma vez por todas derrubar barreiras. Existe uma diferença, uma subtil diferença, entre viver e acorrentar a alma de sentimentos destorcidos e linhas grandes ou pequenas, na diagonal ou cruzas, o final será sempre o mesmo. Aprender que um dia… um dia nem tudo significa segurança ou conforto, correr o risco ou andar em um trapézio sem rede. Deixar que um passo a trás do outro forme uma caminhada e não apenas uma estrada à deriva que normalmente se deixa cair a meio e em vão. Aceitar que o mundo não cai, com a alegria de uma criança e não com a tristeza de um adulto. Compreender que não importa quão bom seja alguém, mais dia, menos noite vai acabar por nos ferir de vez em quando, e estar presente sem perca! Até porque o...

Um sol de inverno!

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E o tempo cheio de pedaços de nada, palavras rasgadas e sentidos… Medo e loucura, silencio escondido e conserto em sol maior dentro do coração… No fim de um dia cansado, o pensamento de sempre, associa-se ao sorriso de um lugar corrido Marcas de alma e de pele que não deixam chegar, nem deixam partir… Sabor de tempo que esvazia… Rumo de caminhada do lado que somos que ainda resiste, como um pequeno mundo, um reflexo de lua em estado apressado. Pressentimento de sonhos perdidos, em uma noite mais que qualquer outra, que faz oscilar o mundo. Mesmo que tudo seja breve como um sopro, ou apenas uma gota de loucura entre fronteira da lua e do sol… …Permitir, e Abrindo a “gaiola” deixar voar os sonhos, e acalmar as tormenta… Pois quando anoitece é altura de libertar o sol, de aceitar que existem batalhas ou tristeza, apenas o singelo cintilar dos mundos... Há qualquer coisa que inqueta, que nos faz pensar que o chão não é seguro, que deixa as palavras escondidas… que arrancam sem doer. Pelo ...

Be authentic, be rebel, be free, be nice, be hard, be you…… but BE!

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É como se o mundo assumisse cores diferentes, sons diferentes, como se tudo à volta parecesse acertado e perfeito! Corpo e alma envolvidos! Assim como se tudo acabasse por um instante, por uma eternidade momentânea. Pedaço de ser, que é forte, que conforta a cada toque! Silencio de nada e olhar de tanto, no meio dos vastos passos que a vida segue. Abraço sentido, que aperta, sem me apertar! É como estar longe estando tão perto, fulminante despertar “vencido” pelo cansaço… Gesto que relembra o afecto do sol e carinho da lua, que nos dias calmos se transforma em sonhos vividos… Viagem de planetas sem fim… Como um olhar que se mistura em um aperto de pouco espaço em que é verso, conto… Mas sempre vida! Um dia… interminado estado corrompido de surrealismo e de silêncios inesperados, em que me explico e me redefino. Perfume que fica, tempo em que desenhos de corpos fazem céu, luz da manhã e a pele do encanto… Porque hoje, só hoje de repente um mar sozinho, tão longe… que vive em mim. Retenh...

Guilty Pleasure

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Na verdade eu nunca, ou quase nunca consigo descrever o que sinto, sei apenas que por momentos tento transformar estados em letras, palavras em sílabas e sentimento em acentos! A voz em linhas que escrevo e descrevo dentro de mim. Pensamentos de sabores próprios, misteriosos com sentimentos por desvendar… Presos a uma pele delicada por certo, mas presos a esse doce aroma do viver… Beleza transparente, impressionante! Essa falsa calma, que reluz em uma hipotética defesa e sucumbe no olhar, no delicioso aperceber dos pormenores … Sonhos e desejos explosivos, impossíveis de descrever, apenas especiais… Que se realça apenas com o simples e silencioso silêncio do olhar, como uma sede de uma chuva calma, à revelia do mundo corre pelas veias e acaricia com um tacto transparente. Infinito, inesperado e rebelde, saberei que por vezes as coisas têm que ter significado. Melodias imaginarias, feitas de gestos no lugar de acordes, palavras em vez de notas e pautas substituídas pelo sentir… Preso à ...

Pauta…. O sonho não acaba, apenas fica para depois!

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Existe um dia, por mal ou por bem! Existe um desejo, no olhar no sentir, no primeiro beijo do momento, único no tempo… Paraíso, uma voz que pelo tom faz esquecer o pior! Como um refugio… É como saltar de dentro de nós, ganha-se a coragem de sentir… fulminante, aterrador e estonteante… Como que se o mundo estivesse para acabar, como se fosse o bem contra o mal. Pelo meio falta a tua confissão! Mais do que se julga ser possível, em formas que não se inventam, que ninguém vê, como o saber de quem sabe sonhar… O calor rubro de um abraço, ficar de aviso e aparecer em cada pensamento… Sentir que se existe! E sorrir…. Deixar conhecer o outro lado, sentir falta e guardar memorias… Notas soltas em teclas de um piano, um adormecer do mundo … Sentir o “aroma” em tudo…. Fechar os olhos e sorrir, saber desde o inicio… Assim como “corações” destapados… Partir sem destino em um dia longo, sentir cada batida, cada palpitar… Parar… Ensaiar gestos, morrer de pensar, um dia à tarde… Uma lua infinita na p...

Conta-me uma história…

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Pela escuridão do sentir, naquelas horas tardias, repouso… No estado de incertezas há luzes que se ascendem, no ar um cheiro a combustível… Pesa o nó e o horizonte, enquanto ganho coragem enquanto abraço o espírito. Ser um, e ser muita gente… Conseguir tocar o céu, que nos encontra ao subir e perde ao descer Fazer com que a vida sobre quando se olha para o nosso anjo da guarda… Tentar fugir da sombra, e apenas na luz esconder-me… Encontrar gigantes, como eu! Tesouros e luar, dragões que têm medo… Fingir e reparar em um olhar de desafio. Tentar mais uma vez, e que essa vez que seja a vez diferente, procurar o impossível como que depois da noite venha o dia… Descobrir quem sou, durante todo “jogo de um Joker ”, em um lance vulgar a vida ganhar-me, trocar-me nos dados… Andar em contra-mão encontrar o sentir que veio do frio, e torcer que no fim da estrada não me deixe cair. Deixar que o vento me agarre, e que a vida me ampare, por entre traços da vida para que sentir-me por perto… Não me ...