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A mostrar mensagens de abril, 2010

Guilty Pleasure

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Na verdade eu nunca, ou quase nunca consigo descrever o que sinto, sei apenas que por momentos tento transformar estados em letras, palavras em sílabas e sentimento em acentos! A voz em linhas que escrevo e descrevo dentro de mim. Pensamentos de sabores próprios, misteriosos com sentimentos por desvendar… Presos a uma pele delicada por certo, mas presos a esse doce aroma do viver… Beleza transparente, impressionante! Essa falsa calma, que reluz em uma hipotética defesa e sucumbe no olhar, no delicioso aperceber dos pormenores … Sonhos e desejos explosivos, impossíveis de descrever, apenas especiais… Que se realça apenas com o simples e silencioso silêncio do olhar, como uma sede de uma chuva calma, à revelia do mundo corre pelas veias e acaricia com um tacto transparente. Infinito, inesperado e rebelde, saberei que por vezes as coisas têm que ter significado. Melodias imaginarias, feitas de gestos no lugar de acordes, palavras em vez de notas e pautas substituídas pelo sentir… Preso à ...

Pauta…. O sonho não acaba, apenas fica para depois!

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Existe um dia, por mal ou por bem! Existe um desejo, no olhar no sentir, no primeiro beijo do momento, único no tempo… Paraíso, uma voz que pelo tom faz esquecer o pior! Como um refugio… É como saltar de dentro de nós, ganha-se a coragem de sentir… fulminante, aterrador e estonteante… Como que se o mundo estivesse para acabar, como se fosse o bem contra o mal. Pelo meio falta a tua confissão! Mais do que se julga ser possível, em formas que não se inventam, que ninguém vê, como o saber de quem sabe sonhar… O calor rubro de um abraço, ficar de aviso e aparecer em cada pensamento… Sentir que se existe! E sorrir…. Deixar conhecer o outro lado, sentir falta e guardar memorias… Notas soltas em teclas de um piano, um adormecer do mundo … Sentir o “aroma” em tudo…. Fechar os olhos e sorrir, saber desde o inicio… Assim como “corações” destapados… Partir sem destino em um dia longo, sentir cada batida, cada palpitar… Parar… Ensaiar gestos, morrer de pensar, um dia à tarde… Uma lua infinita na p...

Conta-me uma história…

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Pela escuridão do sentir, naquelas horas tardias, repouso… No estado de incertezas há luzes que se ascendem, no ar um cheiro a combustível… Pesa o nó e o horizonte, enquanto ganho coragem enquanto abraço o espírito. Ser um, e ser muita gente… Conseguir tocar o céu, que nos encontra ao subir e perde ao descer Fazer com que a vida sobre quando se olha para o nosso anjo da guarda… Tentar fugir da sombra, e apenas na luz esconder-me… Encontrar gigantes, como eu! Tesouros e luar, dragões que têm medo… Fingir e reparar em um olhar de desafio. Tentar mais uma vez, e que essa vez que seja a vez diferente, procurar o impossível como que depois da noite venha o dia… Descobrir quem sou, durante todo “jogo de um Joker ”, em um lance vulgar a vida ganhar-me, trocar-me nos dados… Andar em contra-mão encontrar o sentir que veio do frio, e torcer que no fim da estrada não me deixe cair. Deixar que o vento me agarre, e que a vida me ampare, por entre traços da vida para que sentir-me por perto… Não me ...

Um "mundo" tão longe...

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E de uma forma sorridente surjo pelas sombras de um velho mundo. Embrulhando esperanças em pacotes de sonhos. Oiço falar de um lugar onde as pessoas são alegres, onde alguém projectou montanhas baixas e sentimentos altos. Vivendo dia após dia e sonhando sobre um amanhã em que as horas passam como minutos … Faz-me realizar, que esta acontecendo outra vez, que estou de volta outra vez, tentando-me lembrar de como é recomeçar nesta altura da vida… Agora que penso nisso, avivam-se pedaços na memoria momentos que poderia ter feito de variadíssimas formas diferentes, se apenas tivesse proibido a minha mente de idealizar barreiras… E assim vou ficando mais uma vez com a cabeça como uma tarde de Outono. Procurando uma forma para fazer parar as “nuvens” … E a partida de novo deixa o sabor sobre a primeira vez que senti! Traz-me de volta á vida e faz-me inacreditável. Que o sentimento estranho da mudança não tem significado, que tendo um caminho se prefere estar de fora, parecer fácil mas é como...

BREATHING

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E ao “acabar dos mundos”, Um pedaço de céu ouve-me, acredita no meu sentido e que a espaços estou por inteiro, “tempestades de inverno” esbarram na leve barreira do querer… Não é a saída que escurece o meu sol, e sim a incerteza do regresso… O tempo corre e toda a minha “força” se esvanece, só em locais mágicos como prédios em Boulevard, eu consigo ser forte! No amornecer da noite quanto todas as melodias desaparecem, apenas uma musica se mantém eterna… e assim consigo ver o teu brilhar divino... Por guerras e resistências o parar da respiração, os pensamentos que se atropelam em busca “daquela” porta aberta … E a cada caminho que passei, a cada gesto levo-me ao bater do coração… O toque leve do viver, liberta-me para longe de batalhas, e todas as minhas paredes caem sobre a força que desaparece. Como um dia de chuva transformado em verão, ou uma linha de areia quando vou longe demais, saídos do nada invadem a minha vida permitindo-me receber mais do que consigo dar… Deixam o sabor do ...

A “cidade” do teu sentir…

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Cresci em um “cidade” que não sorri, em que a regra obrigava-nos a ser “marionetes”. Em que todas as ruas eram rígidas e inflexíveis. Avenidas onde não existe um brilho, confusões duras e exigências a mais. E como “panelas de pressão” rezamos a um qualquer Deus! Não somos "geleiras vazias", e façam-nos acreditar, que alterando essas “ruas” conseguimos sentir-nos renovados … Que se conseguisse realizar por aqui, conseguiria chegar a qualquer lado… Para retomar as coisas no ponto exacto em que as deixei… Da ponte lanço a palma da mão pela cidade e por magia transformo-a de grandes sonhos em realidades, no escuro acendo uma ”luz” e digo sim! Que a luz me inspira e permitir-me experienciar o que me faz feliz, as escolhas que faço e não o caminho que me indicam… Estados fugazes cheios de nada e pouca memoria é a monotonia da “cidade” que fujo… Desço e como um saltimbanco vagueio de “cidade” em “cidade”, saboreio os encantos da existência, a magia do nascer do sol e o aroma da vi...

Único,

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Como um Cavaleiro Andante habita nos momentos especiais, surge inesperadamente como um super herói… Mora no silêncio do sentir, vem de dentro, do fundo do coração, único e sincero. É muito mais que vírgula, revolta o rótulo de banal…. É um pedaço de céu, cetim e ternura, tangido de emoção. Obsceno de alegria, fica e desarma, leva a lugares nunca habitados, para a respiração, cansado mas ufano, esgotado mas feliz. É como um sorriso de menino, convence-me de que todas as batalhas estão ganhas, que todas as vitórias estão ao alcance de planetas sem fim… É a lua que dá lugar ao sol, o dia que dá lugar a outro dia, a noite a outra noite, Abre caminhos como um golpe espadachim, como um príncipe encantado... se o coração falasse tinha tanto para contar, aos fantasmas que assombram o teu sentir… É como um sabor de chuva, singelo, mas intenso, um quebrar de regras, o riso a correr. E como um raio de sol que atinge, é único de desejo. É “vício” do bem, é um todo lugar que acerca no abraço, uma g...

Quanto a mim, não é o fim!

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E quando eu estiver triste, simplesmente abraça-me! Porque quanto eu estiver louco simplesmente deixa-me respirar, o mundo não vai cair por tudo que cabo em ti… Por mil acasos, sem nunca ter chegado a partir estou de volta! Sim, porque pensando bem eu nunca parti de “mim”, permaneci fiel, apesar de a espaços ter sido vencido pelo cansaço a verdade é que eu nunca parti… Na síntese de todo o sentimento, estou de volta com intensidade. Guardo e recordo, descubro e aventuro-me. Porque se eu estiver "louco", peço-te que subtilmente disfarces… "Mordo-me" todo, mas contenho-me, existem limites ouvi! E promessa é divida! E se eu um dia estiver “fogo” suavemente encaixa-te, pois eu preciso de sentir aquele toque especial, mostrando-me quem sou e não quem me quiseram tornar, levando a entenderem-me erradamente … Sinto a batida da vida, paro de viver com se tivesse dormente, e por "loucura" desaperto o garrote! Se vale um segundo, vale toda a vida… A imensidão do mar...

To big …

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Perdi-me no ritmo, na velocidade dos acontecimentos… Por entres os palácios e a rua, entre as “Princesas”, e os “ Mendigos” vesti-me de sonhos… Como quem se veste de mim… Uma criatura que é uma mistura complexa de passado, presente e futuro… Como quem volta … No escuro sou seda, calor e sentir... No Apagar das luzes o toque vem me buscar… Hoje podes chamar-me de teu… Não tenho a certeza se é um anjo que me chama, e não sei da distância até ao fundo … Sei que o céu não pode esperar, e é a noite que me leva. Ganhar significado, ter cor e palavras a associadas, ouvir baixinho os pensamentos que me rotulam… Ficar subitamente… Deslumbrado com o silêncio certo no olhar e a carícia perfeita na mão. Dizer que a felicidade não vem em pacotes bonitos, que buscamos a terra do nunca é aceitar que é o futuro que parte… é como trazer pouco e levar ainda menos… A lua trás um sinal oculto, um presságio, um grito na treva, o de que para ti sou único! Limite e precipício, ficar tão longe… à distância de...

dESMORONAR…

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E sem se deixar fazer refrão, Uma cidade onde faz sempre frio, onde não se repara no olhar vazio e no corpo que o habita… E no meio de tudo e de um nada a perder, um segredo, e mais uma barreira a vencer… Um silencio louco que me apanhou-me desprevenido, Atravessar os “muros” na verdade inexistentes, um chegar diferente. Agora já temos tempo para nos rir das estrelas, e como no cinema a tua voz, um ecrã, um estado e uma maneira de beijares a manhã Voam pássaros, morcegos que assustam o espírito, e a demência que a amanhece… Já passamos as barreiras, e escreveste pelos muros como se fossem folhas de papel, Dizes: Pelo sentido amplo da palavra dividem e separam! Mas apenas à superfície! Querem nos parar, mas não aqui… Porque tudo o que quero é alguém para acreditar …. A “luz” Parte de ti, e o desmoronar que acontece. Ainda há tempo esta noite, para quem começa a sobreviver, sussurros e acordes destorcidos… Dos “muros” faço 1000 janelas de vidro, por onde te posso espreitar, no ar fica o ...

Melancholic…

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E eu disse coisas que não queria dizer, troquei-as por palavras mais doces e toques mais suaves. Mais um dia sem perguntas, ou respostas, sem desvios ou receios. Tudo à volta desaparece, como um palco apenas com um foco que aponta exactamente para o centro. Onde se “actua” e acredita como se fosse o ultimo dia. E pelo teu olhar perco a força, sem que conseguisse resistir e sem mudar, fico. O tempo para, e um gesto que não chega, e sonha-se, perto & longe. Para mim apenas a melhor parte do dia, transformando em simplesmente insignificante o que outros possam pensar. Dá-te uma oportunidade de respirar, repara que é real, é verdade e existe. E guarda um bocadinho do sentir hoje à noite e faz uma revolução Aihaiah, em pleno há algo de senil, que se baralha o inicio com o fim, ou a dúvida de se se chegou a começar. Mudar alguma coisa deixar de ser mais garganta que vontade. Um sentimento ingénuo, pelo lado eterno da imaginação. Um refugio da dor, lugar de onde o que se vez não apraz, de...

Inesquecíveis...

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“Deitadas” do meu lado, uma por uma mostram exactamente o que hoje sou! Nem sempre “dizem” as palavras que eu quero ouvir e outras tantas não conseguem fazer os demónios fugirem. Guardadas no baú, privando-nos de todos os pensamentos. O que senti! E o que eu soube, nunca transparece exactamente nas brumas da memória! Pensamentos fúteis, vivencias puras! E saudades… Detalhes pequenos presos na eternidade e historias que eu contei por aqui… Se algumas, eu as conseguisse compreender, talvez elas deixasses de ser o escuro do dia ou a escuridão da noite. Sobre um céu maligno parece que todas essas “fotos” desbotam para tons de preto e branco. Se eu as conseguisse esquecer, talvez “elas” me esquecem a mim! Recomeçar, retirar os “dias cinza” da vida… Partilhando esse paradoxo, viro a página, removo as pedras, para que o que esteja por detrás da porta seja um raio de sol iluminando memórias obscuras e um coração de aço. Cansado de esperar, atrás dessa mesma porta, tento a abrir! Porque nunca s...

Cause you are so very

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A cada nota a cada compasso, invento-te, sinto-te pelo arrepio da pele… A cada acorde fico cada vez mas despido, cada vez mas “vencido” e escondo-te em mim… Questiono o quão alto se consegue voar com “asas quebradas”… E entristeço… Cada palavra me leva a ti… Faz-me acreditar, traz-me saudade, vazio assim como os dias… Formas simples, concretas e um pedido para não “partires” nunca mais… Um respirar Senti-te dançar, rodares por cada segundo, ouvi as tuas palmas, ali mesmo na primeira fila… E sorri, sorri como uns “olhos de uma criança” em paz que recebe o mundo. Não sei quanto tempo somos! Não sei sequer se no tempo chegamos a ser… Por entre o “corpo”, fico pela longa noite e só, com sol, e como uma brisa que me navega pela pele… Revejo-te, abraço-te…. Surgem-me pensamentos meio despidos, a cada ritmo de vida, como uma luz demente… E outra confissão surge… a de que Eu sou um “tolo”… E em um piscar de olhos descubro que todos temos receios para quebrar, Desenhos de lua, que fazem mais um...

What It Takes....

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E cresço a cada respirar… vivo no tempo como uma cidade vazia… Vagueio por lugares onde as sombras se abrem… Sem conhecer o rumo da “estrada”, onde a espaços tropeço em sentidos… Vivo no tempo onde o corpo se torna fraco, por onde me torno em um “perfume” de ninguém. Um pouco mais que o soltar lá do fundo, trazer-te na memória, sonhar a cada passo, a cada toque. Suavemente, conseguir ver a cor do céu, e mesmo por “mal ou por bem” existir um dia de desejo, de um olhar, e de um sentir, que me impede de fugir. Momento único no tempo, Não ser “preto ou branco”! E permitir que as palavras que se acumulam, não escondam nem mintam, quando “falo”! Ser claro, mas não transparente. Ficar tão longe e tão perto do que eu quero ser, de sonhos despertos e caminhos desertos. Quando na verdade estou “aqui” para sentir, para viver e sorrir. Porque aquilo que vai ser ninguém desdiz, não parto sozinho, mas corro o destino muitas vezes sem querer. Acreditar que vale a pena, e de tanto querer conter, torn...

Empire state of mind...

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E do alto da noite, entre o negro e o céu, as palavras batem fundo, mais que qualquer outro mode on ou off! Ecoam como um lugar de cena de filmes com o seu barulho ensurdecedor… Tudo aparenta não ser de verdade, apenas um bolso cheio de sonhos, uma selva concreta de onde os desejos são feitos! Um ”rosto” cheio de luzes, que me inspira, onde não existe toque de recolher e que me faz sentir novinho em folha! E por aqui fico, sem resistir… o tempo pára na busca Do olhar… Posso fingir! Ou encher-me de coragem, mudar a conversa à vontade! Pode-se andar de revés ou contra sentimentos, que importa? Querer observar-se as coisas pelo ver e não pelo sentir… Fingir que se é feliz! Quando se sente o bater no peito, deixa-se de sentir o chão… …É ser aquilo que me rodeia e sentir que o mundo me quer mudar… E sem estar perdido… Poder ficar! Para ainda assim, quando o momento chegar” estonteado”, assim vindo do nada… Sentir que alguém me “abriu porta”! Inspiração, respiração e um estado novo. De qualq...

Sobressalto...

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A cada barulho, a cada instante de vida, em cada palavra e murmúrio. Por cada compasso ou toque, por cada distância ou proximidade, a batida do coração. É um sobressalto constante no olhar, na mudança que causa euforia, trás à memória pensamentos e leva no sorriso a calmaria. Um dia feliz, uma noite linda e um anjo que flutua. É um sobressalto que já não deixa mais conter esta ansiedade, um sonho em câmara lenta... Momentos em que eu acho que talvez tudo não passe de uma fantasia, que não sei se existe ou não. Até que os sorrisos mudam de tom ao ver que… Sim! Fantasia, certeza e mensagem… Sentimentos ambíguos e antagónicos, um doce susto, um arrepio... E o sangue a fervilhar da cabeça até aos pés. Um sobressaltado, sobressaltante com emoções à flor da pele. Um estado estonteante, uma falta de ar, um corpo gelado e um momento um tanto ou quanto atarantado. Como algo que não sai, em que todas as tentativas são vãs… Anima e chora, um hábito desabituado, um estado puro que comemora. Um est...