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A mostrar mensagens de janeiro, 2010

O SILENCIO REFUGIOU-SE NO PODER DE UM OLHAR

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Quando todos vão dormir, quando a noite está a chegar…. Fico parado, imóvel sem ar, assim como as palavras… Em silêncio penso em ti, ecoas suave nos meus pensamentos, as palavras não tomam conta, apenas o sentir, as dúvidas provocam cada vez mais incertezas. O não saber o que está do outro lado do olhar, deixa-me completamente louco, bobo por vezes e à deriva. Não sou grande coisa, neste jogo do que pode e deve ser, julgo pelo sentir, não pelo redor. Inspiro cada momento sem medo dos actos que possam vir, fico mudo, sem réstia de reacção sentindo-me sozinho… Prendo a vontade do sentir e pelo caminho meto os pés pelas mãos… Sem qualquer sossego, sinto vontade de explodir, de dizer tudo o que as palavras não podem dizer e ficar de pensar só depois. É difícil pensar no que possa ser quando por momentos, aqueles momentos em que nada se diz e tudo fica dito ficam a balançar deixando a dúvida do que se possa estar a passar. O que possa surgir da alma, pura loucura na imagem do espelho. Duvid...

O outro lado...

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Sabes O que me apetecia ? Tornar -me imortal! Ser nem que fosse por um dia um Super-heroi. Viver em uma banda desenhada, poder escolher os pedaços da vida em que sorri, e ter-te presente. Contar a história imponente, escreve-la devagar e saborear o momento. Dar-te espaço para corrigires os erros! Ao teu jeito, e deixar-te tempo para errar… Não ter mais ninguém a quem culpar! Vestir-me assim com uma facha amarela, ou melhor! De roxo, com um cinto! Sim o ideal era com um cinto.!?!?! Falar literalmente para o boneco, dizer que “je sais, je sais”, mais meia dúzia de piruetas e cambalhotas, mas no fim ver-te sorrir... Sem culpas nem perdões, apenas cor… É que por mais que a vida nos trocasse as voltas, por mais que as “correntes” nos amarrassem, nos escondessem os planos de “Ré Maior”, mesmo assim no fundo olhando-nos de frente teríamos a ideia de sermos Imortais… De reinventar mos tudo de novo, de fazer da vida por onde vai. E no fim dar-te espaço a sentir, e não ter medo de falhar, por...

Reflexos

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O cansaço surge devagar, o corpo pesa e mais um dia que grita “termina”. Mais um dia que ficou por desenhar, por colorir, por chegar mais longe. Provavelmente será verdade que temos que aprender… Que existem propostas que são “uma vergonha” Provavelmente assim o será! Esta tudo demasiado emaranhado para me dar sequer ao trabalho de pensar, O que chega basta…. Por vezes esqueço-me que às vezes falha-me o chão e balanço na vida, Por vezes esqueço-me que para o substituir é não ter… Esqueço de juntar os pedaços, de não ver o que a noite esconde, e o soprar do coração. De prender o meu mundo, na palma da mão para poder congelar o momento, de deixar a vida ficar à beira da praia, peço apenas um tempo, para poder ficar, para poder passar e poder sair. E Agarras a minha mão com a tua mão, e as deixas fechadas e o que cabe é pouco, mas é tudo o que tenho, esperando por um trapézio sem rede, de não ter, nem sentir… O Tempo gela, e o frio apaga, e no fundo não ir de encontro ao muro é esperar o...

Não estou aqui p’ra me incompatibilizar com as Pessoas!!!

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Não me peçam “coisas e loisas”, porque não estou para aí virado! Não me digam que existem monstros “debaixo da cama”, porque a “luz” vai permanecer acesa! Não me venham com conversas da treta que eu não sou o Toni! Que não vale a pena estar sentado na paragem à espera do “comboio fantasma”. Nada é o que Parece, e o que Parece não é nada! O silêncio abate-se, dando lugar apenas a expressões, olhares e cenas que parecem sair de um filme do Woddy Allen. Não me venham dizer que tudo é demasiado confuso, que a adrenalina não vale o “salto” da ponte. E se assim o for! Bate-chapas e tintas Robbialac, I don’t give a shit. Amanhã logo se vê… Não quero saber dos avisos, das placas e das luzes néon, obrigado, mas não! Nem sequer quero saber se o “Caminho” é para o lado oposto, sei o que sinto e o que sinto é mais que “nada”… Não quero saber da “historia” do “acima ou abaixo “, isto não é o Preço Certo… Nesta altura do campeonato não há juízes, nem fiscais de linha. Não me venham dizer que estou p...

PUROS E PERFEITOS DEVANEIOS!

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Are you up there tonight? Hoje, como em nem tantos outros dias, poderia dizer que 24 horas passaram e um amargo ficou... De facto vergo e reparo que é mais fácil falar do que colocar em pratica, existe sempre uma historia qualquer, uma #&$a de uma virgula que nos faz hesitar, que nos faz ficar pelo caminho. Um pensamento solto, um pequeno suspiro que me relembrou que a vida pode ser tão doce e ao mesmo tempo tão cruel. Salva-se um facto! Gostei da sensação de saber que tens de mim o teu espaço bem delineado! Falar de nada e de tudo, e tudo de uma só vez, é como ficar parado à chuva e sentir cada gota de agua, é como esquecer a bolsa das memórias, sentir o significado das coisas. Questiono-me para onde voaram os sonhos, as palavras que tantas vezes proferimos no silêncio de um olhar. Para onde foram as "nossas" promessas que nunca chegamos a cumprir e chego à conclusão que ficaram escondidos nas prateleiras onde habitam os livros especiais, moram naquele caderno! Levadas p...

You gotta make it your own way...

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Sou pelos Momentos! Pelos Momentos Bons, pelos nem tanto e até pelos assim assim… Aquela fracção de segundo que provoca o “arrepio na espinha”, o “friozinho na barriga” . É de pedaços de momentos que se constrói uma vida, ou pelo menos o projecto, depois retira-la da gaveta e sacudir o pó depende da coragem que se aplica… Talvez tenhamo-nos permitido viver uma vida de “mentira”, uma vida ”jogada” pelos outro e pelas suas vontades, acorrentados em “Pandora” quando é lá fora que está o MOMENTO… Permitamo-nos viver, seguir os feelings, arriscar, atirar-nos de cabeça (…) e se tivermos que nos arrepender deixe-mos isso para depois! Não me venham falar do “enfim”, que a vida é assim, porque a vida é o que fazemos dela… Não a levemos tanto a sério, afinal é apenas mais uma brincadeira de criança, na qual foi incutida artificialmente responsabilidades que só existem nos “preconceitos” que as gerações deixaram ir ficando porque dava muito trabalho ir contra a corrente. Não é politicamente corre...