Há sempre um copo de mar para um homem navegar…
Da próxima vez, talvez eu não esteja em mim…. Talvez a hipótese hipotética da dúvida seja a certeza inata do certeiro “tiro no escuro”… Ou apenas o outro lado da maré, do grão de areia que separa…. E as palavras vivem acumuladas, grudadas sem a ínfima esperança de o que transpiram alterem alguma coisa… Talvez Apenas um olhar, o olhar seria o suficiente para fazer relembrar à pele as memórias à margem de uma mensagem despretensiosa! Que teima trocar todas as posições do horizonte, os motivos e os nomes… À força! Ou por subtileza de ti existe sempre um palmo de vida por onde fomos reis, por onde dos muros um todo… Talvez o contexto retire o paraíso apenas para lá de mais um esforço…. Por um porquê dos porquês… E enquanto morrem as minhas letras, talvez exista uma passagem que diz que não de um dia primeiro! E o primeiro carrega, neste caso, um monte de significados cósmicos… E um dia (talvez) se descubra que os verdadeiros (re)encontros não acontecem qua...