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A mostrar mensagens de maio, 2010

A música do sentir!

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Sem um única palavra, levantamo-nos e o mundo continua! O pensar por pensar, por insistir, permanecer pelo aumentar da respiração. Que ninguém descreve, surreal e ao mesmo tempo tão verdadeiro e a cada canto, a cada somar de letra o silêncio tão ensurdecedor do leve toque! E por espaços incumbidos de sorrisos de toques leves por um momento breve! Almas que à muito se dissolveram em astro, murmúrio de voz e pela areia vazia da praia escreve-se historias por contar, é um criar por si só de magia constantemente inventada. Magia da noite e alento de reflexos de tensão, e sem medo d’aquele sabor de palavras emprestadas dos jogos inocentes que despertam e apertam! Ser conduzido pela emoção, de lutar até ao fim, de ser dos acordes que nos saem dos dedos uma imortalidade… Burilarem, rasgando os receios mais densos, de melancólicas crassas. E no somatório um rejubilar endógeno em rendição de desenhos suaves e lugares longínquos… Hão-de os dias esgueirar-se e ver-nos sorrir, astros súbitos a rem...

EM NOME DO VENTO

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E na calma da rendição no terminar do tumultuoso dia, o calor do vento leva-nos a caleidoscópios rodopiantes de sentir! Momentos encantados de química e aromas de Avalon, de guerreiros maravilhados e corações inquietos… que nos faz chegar longe acreditar e sentir… Existe um tempo, um verso e um motivo para vastidões de estrelas e peregrinos irreais. Cálices mágicos e desprender de almas, olhares cúmplices e amores infinitos. Toques de arrepiar, e tempos intermináveis como uma “vela” que queima muito antes da sua lenda! Vislumbre de amanhecer de sabor a sal e mar, em tudo há um recomeço único que activa a vontade, a voz da pele, do tacto que ecoa longínquo. Enlaça-me a alma num aperto longo, louco, no toque leve, no afago do instinto… breve sabor do vento. E como brisa sem controlo há um jeito no olhar que diz que a noite não é mais que sentimento! Escrito na linha da vida, acompanhado pelo bater do coração como um sonho o tempo pára como um dia de inocência que cai pela noite! Sonhos a...

Ashes to the sky

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Pedaço de paraíso e tempo eterno, de fim de tarde por onde repousa os olhos ávidos de sentir. É outra vontade que escuta os murmúrios de puro transbordar de algum lugar, de algum sentir… E Em uma bebedeira de cor inclino-me lento pelo teu toque equino, qual espada de espadachim na sede, de ter sede de ti… É outra paisagem por onde me afundo por margens de estados ausentes. De cúmplices a estranhos devidos por sentimentos contidos e esperanças vãs, no pressentir do tempo. Cinematógrafo vazio, por onde se projecta a alma, estar vivo pelo bateu do coração e brilho por entre uma tela imprecisas de palavras e lágrimas nuas… Epopeia de ausências vorazes, que atapeta a melopeia louca, que falam do cetim, pele e dança tribal. Almas silenciadas por muros de nada, interlúdios de medo. Primeiro elemento e última base, desapertar de amarra, delicados entremeios esquecidos em madrugada. Qualquer coisa de enigmático que se esconde por de trás da falsa indiferença. Talvez pelo indivisível dos pensame...

a Soul Matter…

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Não sei se é noite ou dia, se estou certo ou errado… Cansado de ser eu! Caiu de novo, sem saber se estou vivo ou enlouquecido… Sozinho, a vida apanha-me de surpresa! Como reacção! Fecho os olhos e deixo-me levar, permito-lhe que me “roube” os sonhos e que me indique o caminho… E como sempre encontro o tempo que contámos dia após dia, todo o sentimento que não foi suficiente para me fazer correr, lutar ou descompassar… Até porque, quem disse que a vida dura para todo o sempre? Quem disse o “Big Fish” não se deixa apanhar? E assim deixo chover, deixo chover para que o sol volte outra vez, tempos melhores, paraíso e liberdade no final e terminar com angústia que revela o louco encanto… A Verdade é que as palavras não dizem, ainda que vastas não bastam, mesmo que por teimosia o vá dizendo em silêncio, assim em um sussurro de ouvido verdades grandes, como cílios que se encontram por acaso na luz branda da escuridão… Pelo brilho dos olhos no deslumbre do encontro, na dor do desencontro. E os...

Better version of me!

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E perdi, tentando ganhando o mundo… Com o jeito inocente e uma imaginação do tamanho do Universo, o dia acordou diferente… Com um a mescla de cores decorrente da paleta de sentidos, e pinceladas frescas de compreensão e desânimo. Sem sentido, e dever cumprido tomava majestade pelo silêncio que ecoava pelo raiar tímido do sol. De volta ao solo um sentir em tempo real vazio de esperanças mas carregado de razão. Ao tentar ganhar o “mundo” perdi, pelos motivos errados, não foi por falta de sentir, mas por excesso de medo da quimera sedenta que me habita, assim como um luxo dos utópicos. Por nuances de sorrisos sem falsidade, sem ardor ou qualquer vínculo respiro fundo, alivio do da metáfora em caos organizado ou da poesia desafinada. Adentrando e desmistificado, pela linha de passe surreal, ajustando o torpor dos anjos a vida abranda, acalma, os clichés eternos de vontade dão lugar ao respirar diferente. Meios gestos moribundos de vaga-lume e sorrisos leves e singelos levam a que tenha sid...

O INVERSO É DESIGUAL!

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Pouso no silêncio, na indiferença talvez, ou apenas na resistência de assumir. Pouso no silêncio das respostas no texto já calado, ou na “porta” mal fechada por onde entram poetas intrusos, vontades com luz própria tentando dar voz à ausência acentuada, Escondido na cor amarga do fim de tarde, poeta de medo chantageando o sentir, dando-lhe quereres sem a minha permissão. O lume das horas a pouco e pouco entristecem os sorrisos que outrora foram de verdade, e pelo meio imagens de chuva areia e mar, jardins labirínticos de amor e receios, arquitecturas mentais por onde se pode rasgar o momento de qualquer voragem de tempo. Portanto enquanto pouso no silêncio esclarecedor construo estados de areia e cinzas, de água e fogo, de cassiopeias terminais abandonados à invasão do tempo da melancolia. E em tempo integral sacrifico sabores de outros estados sagrados, momentos resplandecentes de emoção com os quais os frios e insípidos moralistas me assustam. Cerceado durante um tempo demasiado long...

Captain of my Soul...

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Nem todo o sonho se torna realidade, mas a realidade pode tornar-se em um profundo sonho…. Todas as respostas, poderão estar na forma como “depositamos” a réstia de sentir. É de facto preciso algum tempo para se conseguir ver que os sonhos tambem se tornam realidade, e de uma vez por todas derrubar barreiras. Existe uma diferença, uma subtil diferença, entre viver e acorrentar a alma de sentimentos destorcidos e linhas grandes ou pequenas, na diagonal ou cruzas, o final será sempre o mesmo. Aprender que um dia… um dia nem tudo significa segurança ou conforto, correr o risco ou andar em um trapézio sem rede. Deixar que um passo a trás do outro forme uma caminhada e não apenas uma estrada à deriva que normalmente se deixa cair a meio e em vão. Aceitar que o mundo não cai, com a alegria de uma criança e não com a tristeza de um adulto. Compreender que não importa quão bom seja alguém, mais dia, menos noite vai acabar por nos ferir de vez em quando, e estar presente sem perca! Até porque o...

Um sol de inverno!

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E o tempo cheio de pedaços de nada, palavras rasgadas e sentidos… Medo e loucura, silencio escondido e conserto em sol maior dentro do coração… No fim de um dia cansado, o pensamento de sempre, associa-se ao sorriso de um lugar corrido Marcas de alma e de pele que não deixam chegar, nem deixam partir… Sabor de tempo que esvazia… Rumo de caminhada do lado que somos que ainda resiste, como um pequeno mundo, um reflexo de lua em estado apressado. Pressentimento de sonhos perdidos, em uma noite mais que qualquer outra, que faz oscilar o mundo. Mesmo que tudo seja breve como um sopro, ou apenas uma gota de loucura entre fronteira da lua e do sol… …Permitir, e Abrindo a “gaiola” deixar voar os sonhos, e acalmar as tormenta… Pois quando anoitece é altura de libertar o sol, de aceitar que existem batalhas ou tristeza, apenas o singelo cintilar dos mundos... Há qualquer coisa que inqueta, que nos faz pensar que o chão não é seguro, que deixa as palavras escondidas… que arrancam sem doer. Pelo ...

Be authentic, be rebel, be free, be nice, be hard, be you…… but BE!

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É como se o mundo assumisse cores diferentes, sons diferentes, como se tudo à volta parecesse acertado e perfeito! Corpo e alma envolvidos! Assim como se tudo acabasse por um instante, por uma eternidade momentânea. Pedaço de ser, que é forte, que conforta a cada toque! Silencio de nada e olhar de tanto, no meio dos vastos passos que a vida segue. Abraço sentido, que aperta, sem me apertar! É como estar longe estando tão perto, fulminante despertar “vencido” pelo cansaço… Gesto que relembra o afecto do sol e carinho da lua, que nos dias calmos se transforma em sonhos vividos… Viagem de planetas sem fim… Como um olhar que se mistura em um aperto de pouco espaço em que é verso, conto… Mas sempre vida! Um dia… interminado estado corrompido de surrealismo e de silêncios inesperados, em que me explico e me redefino. Perfume que fica, tempo em que desenhos de corpos fazem céu, luz da manhã e a pele do encanto… Porque hoje, só hoje de repente um mar sozinho, tão longe… que vive em mim. Retenh...