Existem dias em que a chuva não incomoda!
Louco! Mas livre… Quebro o silêncio, e divago, levo-me por entre os olhares e os sentires de fim de tarde. Um dia por onde o “sangue” se tornou demasiado “ardente”, onde “pedra” após “pedra” se tornou nebuloso e cinza… Existem dias em que parecem não respirar, frios! Como um piano sem notas. Porque há alguns dias em que é difícil lidar com todos os “ecrãs”! Procuro um lugar bem melhor, no teu olhar… como uma brisa que me acaricia a pele, seja onde for… Uma luz dormente, e tudo à volta não têm direito nem a legenda de paisagem. Dias por onde bailam “gigantes”, onde qualquer sorte é bem-vinda, onde tudo o que tenho é um nada a perder e onde um silêncio louco, apanham-me desprevenido. Relembro, não há noite sem dia, nem dia sem fim… E assim deixo-me serenar lentamente, em mais um lento passar de dia… Agora, já tenho tempo para sorrir dos momentos, uma maneira de acariciar um segredo e mais um dia para vencer! Uma espécie de dia é isso, uma espécie de dia onde só a espaços algo sobressai ...