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A mostrar mensagens de janeiro, 2013

Um Gesto...

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Um gesto! Um pequeno, simples e singelo gesto, pode dar ou retirar ao Mundo o (seu) propósito, o caminho e a consciência de quem tem a obrigação de caminhar não em competição mas lado a lado… Um gesto! De simples se torna gigantesco, de tudo o que faz! Então… Então talvez seja hora de se sentar, respirar fundo e olhar ao redor, de verificar que a “selva de pedra” só nos torna dentro do padrão mas fora da consciência, da essência que somos e de quantas vezes por dia utilizamos o dedo (apontado), do rancor e da, atrevia-me a dizer, estupides implícita que aos poucos nos vamos tornando! A culpa é da vida corrida, desta atabalhoada “sociedade” que nos tornamos, das dores que sentimos que nos tornam mais rudes! Dirão alguns! Hoje, os alicerces da “sociedade” estão evidentemente mais frágeis e talvez cada vez mais seja difícil encontrarmos pontos de referência para nos guiarmos, como se assistíssemos a cada dia, hora, minuto e segundo à “Queda do Imperio”! Fa...

Two shoots of whisky

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E se… E se o teu olhar fosse como uma cora real? Assim de ouro, e o teu toque? A ponta de teus dedos fossem assim como diamantes? Seria o suficiente para desperdiçar? E se o sabor da sabedoria passasse por teus lábios na direção de Deus, o Desperdiçarias? Então a forma como te subestimas entre duas pedras de gelo, como te reverencias e sobes as escadas da fama com duas gotas de desperdício, te leva onde? Sê pouco no mundo, pois mais uma vez és especial! E assim… Antes de tudo, sempre que fechas uma porta e nada se abriu no seu lugar, acabas-te desperdiçando! E… … E… Mesmo que anoiteça e amanheça eu, todo o suporte de respiração será de uma sensibilidade gigantesca. Muito mais, muito maior que toda a conversa que possam inventar sobre esperas, espaços distantes e algures que molduram a alma como sorriso disfarçado de choro… a magnitude de um abraço. Talvez… Talvez… a estrada se transformasse em um lugar propício para os desencontros, co...

FICA COMIGO...

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FICA COMIGO! Fica comigo. Daqui a nada é noite… E as noites custam, sobretudo quando a penumbra se instala pelas luzes da cidade… Quando o Estado se inunda pelas paredes e as letras saltam das folhas do livro… Fica comigo, e absorve o mal! Por entre frio do mar, por entre o quente do corpo. Por entre a noite e o sol em uma madrugada! Navega, voa e fica… Fica comigo… Só assim… Um pouco mais, e por um dia, ou um dia talvez nos encontremos por ai e nesse momento por entre o café de uma mesa magistral, fica comigo, usa a tua voz doce o teu olhar penetrante e saboreia o  sabor do amargo sentir de quem não desiste! Do aqui e do ali de pinceladas a aquarelas de um todo nosso… Do caos ao cais Consolo, e inquietação a devastação e a paz… E por um respirar, sem antecedência ou adivinhos mágicos sem saber se é de resgate ou de rebentação, fica comigo. Do amanhã, só o talvez… do talvez uma doce princesa ou os arredores de um novo subú...