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A mostrar mensagens de 2025

#justreal

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O teu olhar como um tiro, no calor da noite, atinge-me e tu trazes escrito perigo! Em um arrepio de espinha sussurras-me “Meu!” Moves-te lentamente como desejo, sem folgo ou gota de sangue e na tua mais sombria dentada aproximas-te deixando-me excomungado. Os teus passos vestem querer e como alguém que não se consegue conter sinto a tua vontade corromper-me as entranhas e com uma fome do momento, de quem se perde, puxas-me no exato instante em que as roupas espalhadas coram, entre a posse e o amas-me. Naquela hora perfeitamente incerta em que o fim do dia se torna em um completo início de vida, no vestígio dos teus dedos na pele do meu corpo. Sem pressas ou dúvidas, sem remédio ou salvação, apenas verdade e querer que amortece os sentidos, devagar na intensidade da luxuria. Leva.me um pouco mais fundo, alem dos sentidos, nos mais obscuros venenos que embriagam as veias deixando-as no prazer do despojo e cansaço, no sorriso de pequenas explosões que quebram todas as barreiras, queimam t...

Anteontem e a trela do cão.

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  Poderia começar por qualquer estória já inventada de final feliz, qualquer conto encantado, por algum encantamento desencantado, ou apenas pelo começo. Poderia começar pela alegria estapafúrdia do sabor das paixonetas, ou das noites, ou dos dias, ou simplesmente de te ver dormir feliz, momentaneamente feliz… Ou poderia começar já pela parte menos boa, dos momentos de trovoada, de rezinguice e de pausa na vida, (se calhar despachávamos já isso), mas esses como os sonhos pouco sorridentes também seriam uma insignificância. Poderia começar pela parte em que só pelo olhar sabemos que se um “diz mata, o outro diz esfola”, que o sorriso de cumplicidade sabe que não importe o quê, será sempre o porto de abrigo, um pouco de Deusa e tudo de mulher. Poderia até perder tempo e começar pela parte de todas as loucuras que fizemos até o Universo dizer: “- Está na hora!” e o “acaso” ter juntado aquela trela com o teu querer, e aquele teu querer com a minha vontade, mas essas apesar de t...

Lookalike... A MEMORY!

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E se voltássemos para aquelas noites de verão, no exato sítio do efémero pálido ponto azul em que trocamos o olhar pela primeira vez, em que a estória se fez com pedaços de filmes e romances inabaláveis de queres eternos que, teimosamente, teimam em não ir. Vamos voltar lá, ou qualquer coisa parecida, Parecida com aquele momento em que o desejo se mostrou entre o frenesim das luzes da cidade, e um beijo fugiu da razão e com uma velocidade pseudoerótica se fez sentimento. E se voltássemos ao tempo em que o toque era mais importante que roupas pelo chão, em que o improviso transbordava, as gargalhadas, os olhares, as conquistas, ao tempo em que as estrelas eram o limite e os sonhos o guião. Não é possível mudar o que foi feito, e seria uma tolice entrar em competições quando na verdade já ganhamos todos os trofeus. Não importa muito as tentativas do mais ou menos, do passar dos dias será sempre um fugaz fechar de olhos e aroma a querer, será sempre qualquer coisa parecida com o...

...Left without leaving

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  Não te esqueças nunca de ti, de aquele ti naquele tempo em que me deixavas ficar entre o sofá e uma chávena de café em uma manhã de domingo entre papeis e palavras. Lembra-te de ti do tempo em que eras tristeza na hora do adeus. Lembra-te, como desejavas ferverosamente para que o sol não desejasse acordar, só para que a felicidade durasse mais um pouquinho. Lembra-te do que foste guardando, do que fizeste questão de deixar e o que foi fazendo questão de ficar… Do que foi sorriso, do que se tornou bagagem e do que d’repente te provocou uma gargalhada. Lembra-te e tenta sempre só mais uma vez, por ti, porque vale apena, ou apenas porque a vida pede. E lembra-te 8 minutos podem não significar nada para o frenético universo, mas serão sempre mais que suficientes para um abraço, um pouco de sorriso & purpurinas ou de um café com sabor a um amor em tempos de bibes. Lembra-te do teu semblante no reflexo da maquilhagem que ao detalhe destacava a beleza natural de a quem...

Monsters away,

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Antes que todas as luzes do palco se apaguem, que se varra o chão e o pano caía, Antes que o tempo esfumace e a preocupação atormente o futuro, não valerá apena rever os enganos ou privilégios, inocentes ou culpados, esse tempo já passou. Os castelos e os baralhos, as indecisões e incertezas tomaram o seu caminho no comboio da meia-noite, mudaram o amanhã, e voltaram para casa para ficar. Por teimosia, rabugice, persistência, capricho ou apenas porque sim, o brilho começou a mostrar a sua graça, a aconchegar a roupa e a dizer boa noite ao fechar da porta. E antes que o medo se encoraje, que as cores do arco-íris acalentem as pessoas passando, que os bons dias sejam espontaneidade, mesmo que tudo o resto seja um macambuzio “vai à m*rda”! Às vezes tudo o que a vida precisa é de algo que é aparentemente simples, mas tão raro, ela não precisa de um qualquer beijo, de um qualquer querer, de um qualquer ficar, precisa apenas de um simples toque sincero e real. De um “-Não vás”, de um só mais...

…Que eras tu & eu:

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  Falaram-me de ti! Contaram-me da resiliência, da força de vontade, da vontade de fazeres força, dos dias que passam das pessoas que vêm e vão e das que indo não voltaram, Do teu sorriso e do quanto tem andado escondido, Falaram-me de ti, e de como aparentemente o tempo não passa. Perguntaram-me se desisti de te encontrar e fechando os olhos tal como nas histórias com finais felizes, que chegam à última página, sorri. Sorri, porque não se desiste de algo tão extraordinário, tão único, apenas se vai ajeitando o calendário para que a vida siga com o mesmo propósito. Falaram-me de ti, e desejei que tivesses aqui, só para pegar na tua mão, abraçar-te, viver o que sonhaste e sonhar o que viveste, de outra forma, de outro jeito, resgatar a tua alegria. Mesmo que o amor, aquele dos amantes, se transforme, mesmo que ganhe outros rostos, mesmo que o desejo altere as velas, que a tesão e a tensão procure novas moradas, serás sempre a Princesa que teve medo de acreditar, de acr...

Does it ever drive you crazy!

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  Um dia… Um dia tivemos tudo para dar errado, mundos diferentes, visões diferentes, apenas o mesmo olhar de sonhador. Do teu lado, uma vida de sentimentos exagerados e exacerbados, entre conversas quentes de querer. Do meu, a distância de quem não estava em sintonia, de quem por mais desejo e querer não ultrapassava a regra básica de quem com sentimentos não brinca.   E na mesma velocidade em que a noite corria a frase “Um dia ainda vais aprender a gostar de mim.”   Um dia… um dia iria estar atento ao teu charme, ao teu coração do tamanho do Universo, ao teu sorriso contagiante e a tua força extraordinária que até a ti te espanta. Iria perceber que o amor é fruto do acaso e que os (teus) pormenores alteram a reação da pele.   Um dia ia perceber que estávamos indo na direção de algo incrível , que iria ter a coragem de conhecer um lado teu que poucos se deram ao trabalho, de perceber o quanto fazias questão de estar sempre presente, de celebrares as...

Um aplauso em Manhattan!

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Em um raro momento de distração, despiste-me! Despiste-me com o teu q de desejo, com a tua entrega e entusiasmo, com a forma como contas os teus quereres, como os momentos te fazem incomum, como me convences que os ruins nos trazem lições, que os bons serão sempre acompanhados com um sorriso de felicidade, mas que os Especiais, bom os Especiais nos levarão a memorias inescurecíveis. Como nas tuas palavras um foguetão para o espaço é apenas um pedaço de anteontem, como cada pedaço de conversa combina com o toque disfarçado, mas sedutor, no cabelo. Como sabes que sou um sonhador, e sonhando da forma intencional como os transformas, da forma como dás a volta ao assunto só para deixares escapar um original – “A miúda que sonhava ser tua…” E, Despiste-me, Com o teu olhar tímido que deixa fugir um anseio libido, e de como o fazes… Com o carisma incomum de quem vive tudo novamente pela primeira vez! Selvagem, destemida em um asseio de vida. Como o fogo necessita de chamas em uma...

Fecha os olhos...

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  Se, Se os tiros não chegassem longe nunca mais, ou as nuvens não tivessem a decência de descer, de colocar as formas mais absurdas para que as possamos adivinhar para que pudéssemos sorrir descobrir, descordar e brincar. Se, Se as tuas mãos de veludo não partissem do porto dos sentidos e as lagrimas fossem só de alegria, só mais esta vez.   Se, Se o Sol voltasse a beijar-te e a vida fosse apenas uma conversa aos gritos entre a multidão em um dia de chuva,   Se, Se fosse apenas uma vergonha entre tragédias, uma lembrança de um verão inocente, gotas de um dia de inverno, uma canção a plenos pulmões ou apenas o dia em que nos apaixonamos.   Se, Se fosse nunca, ou apenas um café, um tonto apostando no amanhã, um arrependimento ou uma lembrança doce,   Se fosse só uma questão de obedecer ao instinto   Se fosse só correr o risco que o coração ensina a ter, ou o dia em que o mundo a multidão não souber mais o teu nome.   Se, Se fosso só uma questão de per...

Um sentimento sem sentido….

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  O sol amanhece e a vida acontece, tranquila, serena, a bombordo e a estibordo a emoção das possibilidades, do teu descobrir sem medos ou vergonhas. A vida é muito mais sobre viver do que sobreviver, é o bater do pé ao ouvir o refrão que nos alegra a alma, é sobre a surpresa que varreu toda a razão, aquele lapso de tempo único, o jantar perfumado pelas velas. É uma história entusiasmante, uma conversa tranquila acompanhada de caricia e sorrisos, o aconchego dos sonhos no teu ombro. A banalidade dos tempos no calor do teu querer e no meio das defesas todas, a certeza de que sabes que eu não passo de um sonhador, de um chapeleiro louco, naquele teu abrigo que me leva ao teu coração. A vida é uma plateia de sonhos românticos e livros abertos, mas também uma carência de passeios de mãos dadas, de bolhas de sabão e sorrisos inocentes, de esperanças e vontades de ser feliz. Um pedaço de mar cristalino, ou o ouvir do teu toque na minha pele, um estou aqui, ou a elegância da cum...

Faz de Conta…

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Não saías por aí criando expectativas, não queiras que acabe, não desejes que seja para sempre. Não olhes o mundo sem os laços cor-de-rosa, espanta todos os demónios e sem titubeares traz-me ao entardecer aquele sorriso de criança, aquele desejo mais tórrido, aquela vontade voluptuosa. Puxa-me fogo, finge que o fim chegou e o desejo tomou conta, vai alem da salvação e desta vez confia em mim. Vive cada momento sem o importar do tempo, a vida é apenas um conjunto de instantes, de abraços, de beijos e o querer de ti em mim. Não apreces o despertar do dia, para que o café não seja rabugento, sê a “minha miúda”, o aconchegar da almofada e a descoberta. Dar-te-ei todas as cidades, todos os lugares e a minha mão dada, mais que amor, mais que desejo. Andaria mil quilómetros, correria todas ruas para baixo e para cima, traria todas as estrelas e todas as luas, só para as podermos contemplar ao sabor do mar, no Roof aqui de casa. Mais que Amor, mais que eu, mais que toque! Não julgues que é gar...

… Essa coisa do destino!

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  Do outro lado do mundo há pedaços de sabor a ti, há uma mística extrassensorial! Ao virar da esquina há sorrisos que fazem lembrar de ti, sabores que casam contigo. Há o ela vai adorar esta vista e o traz os miúdos contigo, Do outro lado do mundo há uma espera que afincadamente desespera, um querer. Há uma mensagem fora de horas, um “Amo-te” a brilhar na tela do telemóvel no meio de uma reunião! Há sitos e lugares que esperam por ti, do outro lado do mundo há lençóis de cetim em um nascer do Sol ímpar à espera da tua alegria, escolhas e encosto no ombro. Há o querer acelerar das horas e a pressa da tua chegada, um golpe de asa, Há os restaurantes do” O que é isto?”  há o desconfiar, a tentativa e no final a risada da careta e a aposta de que a tua será Priceless! Há o ela vai adorar isto e o odiar aquilo, há vontade e o teu sorriso em cada rosto, o teu nome e a excitação da tua chegada, Do outro lado do mundo há livros, papeis e o acaso de uma frase onde te...

Eppur, si mouve!

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  Era um pedaço de desejo e querer como qualquer outro acelerar de vida, Tinha um jeito único de vivenciar e experienciar, ia alem da carne. Era o parar do mundo, das pessoas e do Amor, ia um pouco acima, subia mais um degrau ou dois era uma alegria indescritível, inqualificável e inimitável! Era o Único na mesma medida do todo, era como se o dia se iluminasse, mesmo que o Bom dia, fosse disfarçadamente desgrenhado e ensonado por via das sensações vibrantes que ao amanhecer adormeciam exaustas. Era o pavor e a vontade, no final de um sorriso, um Até já entre os desajeitados momentos de loucura, era procura e o encontro, o ciúme e a falta de coragem. Era nós 2, a nossa paixão o mundo, o nosso e a banalidade do que nos rodeava. Era outro tempo, outra idade, outro som do vento, outros demónios, outra proximidade, mas a mesma Alma. Era o descontrolo controlado, o perigo calmo e sereno do proibido, do desconhecido…  Era muito mais do que valer por agora apenas um mero r...

She may be the song that Summer sings!

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  Ela! Ela pouco mais é que tudo e muito, mas muito, muito mais que nada. Ela é a menina com um sorriso estonteante, por onde o tempo não passa, a estória encantada de um beijo especial e de um jeito feliz. Ela… Ela é aquele pedaço de sem palavras, de falta de ar e de loucuras noturnas e notívagas de explosões e borboletas no estomago. De Saber e sabor a Amar. Ela é aquele olhar cúmplice e adocicado, é uma dança à chuva! (aquele teu querer…) É uma madruga sorridente de um charme rabugento, contagiante, é todos os dias, todas as horas, todos os minutos, todos os segundos, Ela, é paixão e brincadeira, é uma guerra de almofadas só porque sim, é sonho e realidade! É chuva e trovoada, daquelas de ranger os dentes que só eu sei desmontar, é cocegas e gargalhadas. É serenidade, simplicidade, protagonista e poesia no quotidiano do dia-a-dia. Ela, é fragmentos de tudo, saudade e desejo, é um “Bom dia” doce e um “Deixa-me beber café descansada” pragmático. É Amor ma...

We’re just people never sleeping over stupid shit !?!?!

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  Não dês ouvidos à voz dentro da tua cabeça, pela manhã já a terás esquecido.   Não desistas de ti, não tenhas vergonha de estar errada, nem pavor de estares certa,   Para de viver a vida só nos tempos livres, ou em part-time job, ou pior só a espaços, a custo e aos empurrões.   Mede mais que a tua altura, esquece os cromos que te deixam o sorriso rezingão, tem gente que tira o dia só para fazer estragos, deixa-os entre a intenção e meia dúzia de croquetes.   Não queiras ter o triplo da idade, saboreia mais das tardes, das companhias, daquele copo a mais, ri mais alto, ri sozinha, dança um pouco de forma desastrada, apruma-te, deixa-os com pena, com bico, com crista e de quadro completo.   Faz cá uma falta!   Deixa os fantasmas conspirar, navega um pouco à flor da pele, esquece os sentidos e os supostos, deixa-os queimar. Às vezes a vida está mortinha para que te borrifes um pouquinho nos planos, que respires, que tenhas um boc...