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A mostrar mensagens de julho, 2023

This shoes doesn't go to heaven!

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 Antes que o tempo acabe, que a timidez das nuvens retirem o sabor do Sol.   Paixão! Em um rotulo de “misteriosas formas” de beijos sob a luz de mil estrelas, sorrisos e toque, de quem cuida. Realeza de memórias desaparecidas, de alma azul de outro lugar qualquer a norte de um mundo encantado onde o tempo não conta e o querer vale mais que os anseios. Insensatez de quem olha dentro de todas as fantasias e as realiza, uma por uma, da parte do nunca, do todo tanto. Nunca percas tempo com as lamentações, no máximo relembra apenas o quão bom foi, não existem formulas, ciência ou estupides que explique o inexplicável, que perceba a cumplicidade de mais, muito mais que desejo. Certezas “absolutas” de quem foi embora, relembrando o quanto era ficar, o tolo que hipotecou o tempo por troca do que passou. Enamorados de marte, dos quais nem multidões relembrariam o nome, de memoria e paixões acesas, transformadas em querer, só por querer, sem apelo, sem agravo…   Ser...

Unsecret....

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  E o Diabo tirou férias, vestiu o seu melhor fato, juntou 1/2 Kg de desejo e saiu. Apostou em L.A., percorreu de forma desajeitada algumas memórias nossas, sorrio! Ganhou medo ao escuro, fartou-se da dor, fez terapia e jogou “Lebellud Mysterium” com os NYC Fire Department. Visitou museus, sorriu e foi gente. E surpreendido, Desejou-te! Tirou férias, virou costas, pisgou-se sem olhar para trás como quem foge do esquecimento, dos tormentos e mar azul! Convidou-te, fosse por dez minutos, dez anos ou apenas dez segundos. Ao nascer do dia foi apanhado a fugir pelas ruelas dos primeiros beijos, dos últimos abraços. Entre silêncios e gritos, cantou, festejou e sucumbiu sem pressa, sem dúvidas, sem remédio nem salvação. Diz-se que aprendeu com o perfume dela, com entrelaçar dos dedos no cabelo, deslumbrado pelo sorriso tímido de quem em silencio diz tudo. Talvez, Amar também seja uma escolha, há sempre uma beleza rara, serena, segura na eternidade que demora a terminar. ...

Once Upon a Time (In the Kingdom of Far Far Away)

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  Deixa-me contar-te uma história com meia dúzia de manhãs solarengas, com momentos encantados e mistura de realidade. Uma história de anjos dançando no escuro, de passeios com Huckleberry Finn, de verdades e magias. Chega mais perto veste o teu melhor sorriso, que esta história começa cedo! (bem perto das 4 da manhã). Era um sítio mágico… Onde os Deuses, distraídos, piscaram os olhos… … E em um ápice tal como um sonho, como um pedaço da Disney todos os ruídos da cidade se silenciaram e o tempo parou, da memória apenas o toque em um qualquer dia em abril. Reza a história que a estória ainda traz na mais doce das lembranças o sabor, o encanto e as conversas dos dois “estranhos” mais cúmplices que conheço!   -E agora?!?!   Agora? Bolas, o tempo passou! -Ah, pois…  Mas na verdade e como em qualquer história de encantar os caminhos em “bem, bem, bem longe daqui” acabam sempre por os juntar.   É assim que imagino o Paraíso, onde os Deuses dão só uma mãozinha para qu...

So tell me, What is it you Truly Desire?

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  A vida foi-se embora com a absoluta desculpa que queria ser feliz! Mais desafiante e povoada por outros olhares diferentes, sem misericórdia e com uma pontualidade britânica…  Partiu. O terrorismo emocional do mundo lá fora está maravilhosamente distante de paixões em silencio e momentos inigualáveis. Por mais que seja o medo, os teus piores fantasmas estão apenas esperando que não desistas de ti, muito menos dos teus sonhos que (sim) sabes sonhar. E a vida, a que se deseja, percorre entre as letras daquele livro que fala de Amor, e distraída por desabafos mudos apercebe-se do quanto fazes conhecer de ti, de todos os momentos. Enlaça-me e desenlaça-me dessa corrente de incertezas, faz as malas e foge entre momentos fugidios, em interrogações voláteis, mas saborosas.   Talvez, talvez sejas apenas a Princesa que me vai salvar… (O nosso mundo corre aqui, onde a vida real, aquela dos dissabores, pode esperar)   A Felicidade não tem limites e muito m...

MAYBE A DEVIL IN THE SKY!

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Poderia prender a minha respiração e mesmo assim não precisaria de ar. Poderia manter a cabeça baixa, e nunca ultrapassar o limite Limites? Poderia viver no limite, mas o céu não iria ajudar, e o diabo não me iria querer levar. Poderia percorrer todas as estradas, desligar todos os faróis e mesmo assim a vida estaria por viver.   Se engolir todos os “demónios” pode simplesmente ficar tudo bem?   E se o medo não toldasse a vontade, se não fizesse prisioneiro em um qualquer ciclo de culpa todo o querer?   Talvez em uma outra vida, porque agora é complicado. Talvez em uma outra vida, porque o Céu não vai ajudar!   Em breve é noite e como sempre as noites doem, como qualquer salgar de pele, entre “demónios” e pesadelos absoluta e impressionantemente simpáticos.   E se por desejo de Samael a vida oferecesse vislumbres de todos os momentos que nos habitam. Se não existisse qualquer resgate a pagar? Há sempre quem não goste de Dezembro, e sem qualquer tipo de justifica...