Mensagens

A mostrar mensagens de 2012

Unsung heroes!

Imagem
Sombras preenchem um coração vazio, enquanto o amor está acabando... E por tudo o que somos, podemos ver além das cicatrizes? E faze-lo ao amanhecer? Mude-se as cores do (seu) céu! Para a palete em quem me fez sentir vivo… Do lado que te amei! Em um novo dia com o toque de sua graça, porque ninguém existe só em um doce Setembro, ou pior no nascer da lua! Assim em uma noite fria de olhos quentes e cativantes olhares, tudo o que ficou para trás, tudo que já mais conseguiremos (re)encontrar em uma qual quer praia… Marrocos, ou Boulevard! Por tudo o que nunca morreu, para que através da noite o amor te encontre Pois, O que importa é o detalhe da forma como nos fazemos sentir vivos, para que qualquer coisa aparentemente boba e pouca, assim seja (o) bastante! E… …E… Que tal agora? E Que tal hoje? Será que findei em tudo o que estava destinado ser? E se o amor nunca tivesse acabado? E se tivéssemos “perdido” palavras que nunca conseguimos ac...

THE OTHER SIDE OF THE WORLD

Imagem
Deite-se a meu lado! E conte a história de seus dias, fale só por risada ou entregue um destino Acima de mar, para lá do céu! Diga todas as palavras que o silencio lhe trás… Deite-se a meu lado! E faça desaparecer todos os demónios, jogue todo o sentir no centro do furacão. Deite-se a meu lado e imagine, uma doçura diminuta… “enterre” sua alma em um abraço! E como um iceberg desejando ser Água, mude, mude seu frio por dentro… Por todos os músculos que endurecem um rosto, deite-se a meu lado! Deite-se a meu lado debaixo de todos os céus malignos, dentro da negridão dos dias e espere um novo sol acordar… E das cordas, dos desenlaces, não mudo mais o mundo, meu caminho… Qualquer desvio há-de findar em teu sorriso, e a rota que se apaga como toda a voz, há-de salvar qualquer réstia de alegria inteira. Qualquer saudade, há-de um dia (me esquecer) Então… Deite-se a meu lado, numa estranha vontade de pausar o próximo abraço… E do iceberg… fogo se...

Há sempre um copo de mar para um homem navegar…

Imagem
Da próxima vez, talvez eu não esteja em mim…. Talvez a hipótese hipotética da dúvida seja a certeza inata do certeiro “tiro no escuro”… Ou apenas o outro lado da maré, do grão de areia que separa…. E as palavras vivem acumuladas, grudadas sem a ínfima esperança de o que transpiram alterem alguma coisa… Talvez Apenas um olhar, o olhar seria o suficiente para fazer relembrar à pele as memórias à margem de uma mensagem despretensiosa! Que teima trocar todas as posições do horizonte, os motivos e os nomes… À força! Ou por subtileza de ti existe sempre um palmo de vida por onde fomos reis, por onde dos muros um todo… Talvez o contexto retire o paraíso apenas para lá de mais um esforço…. Por um porquê dos porquês… E enquanto morrem as minhas letras, talvez exista uma passagem que diz que não de um dia primeiro! E o primeiro carrega, neste caso, um monte de significados cósmicos… E um dia (talvez) se descubra que os verdadeiros (re)encontros não acontecem qua...

Low rising

Imagem
Um sorriso, precisou de embargar o olhar para mostrar a alegria, aquela cheia de estragos e de ecos mesmo que quase sempre finalizados….Que O (im)provável acontece Na verdade sempre se precisa de compor uma vírgula algures por um caminho de cansaço e de abandonos … E Eu ainda tinha abraços…. E em uma ida o dia mais nublado de uma vida, das coisas boas que inventamos, como um concluir por dentro, no sobrar de tanta estrada… Como um tempo de recomeços… de começos, insubordináveis de uma vida de minutos tentados e incompletos… de abraços com 5000 anos, de histórias que vestem o segundo onde se cai… De lugares, labirintos, rotas, de o relembrar do olhar… de meia dúzia de dias seguintes para ir vivendo, ir vendo ou simplesmente… Ir Sorte & amor, daquele trato certo… com o tempo, de um olhar meio inteiro, meio meu, meio cheio de tudo, de um jeito mais ou menos simples… Talvez mais ou menos triste, mais ou menos de um sentido que intumesce sentidos… De um saltar do abi...

E vendeu-se……. “O Amor”

Imagem
E vendeu-se……. “O Amor” Estratos de uma qql conversa banal… O monstro da noite… Sentado junto ao mar, verto pedaços de vida…. Relembro e relevo todo aprendizado como um amontoado de cacos em forma de puzzle!   Permaneço por mania, mesmo distante, e não é falta de tempo ou de “vestido novo”… É que As vezes finjo que vou, no soar breve de um abraço, assim aos poucos de exceção discreta e até boba...  ...Um pouco menor que esse silêncio, e especial demais para esse querer insipido q insiste na gente…. Desacreditou-se, tomou-se o rumo que leva para longe, e mesmo sem saber o que vem a seguir, procura-se! E de um ou outro amanhã, talvez nem (fique) sequer o que é meu! Paro!  Enquanto o Mundo Vê!  O turbilhão dos prédios altos das vozes que chamam, as desatenções de todos os pormenores, retiram da retina a essência, as palavras não são hoje diferentes de todas as que já se disseram… Só chão, nem voos rasos, nem viagens alucinantes de 300 quilóme...

Se eu fosse a tua pele e Tu o meu caminho – The final cut

Imagem
E quando o às vezes pode demorar mais que um instante, de presença esgotada o tempo endurece qualquer armadura.  p’lA fumaça do cigarro e o escuro que incendeia as veias…. … Ensaia-se novos sorrisos, texturas de novos sentimentos e agarra-se a vida, deixando em troca tudo aquilo que nos foi roubado! E fico em mim por um estado de sentimento macio, de entusiasmo estremo e sensibilidade incidente… Atravesso o muro, mesmo com o risco de cair, volto ao cais, protegido…. Alinhado com a noite pequena e perdida onde pouco ou nada parece bater certo! E vagando pelo chão da alma sinto o sabor do fim do mar, do que resta… É que la de cima o tempo passa, tudo passa… E apreciando essa gentileza ténue de equilibrista… … Questiono, se quando “a corda balança” a travessia vale os vales do munto… mas, vale… Vale muito, vale cada centímetro de sorriso, cada pedaço de frase…. E Demorando no sorriso, no sopro do deserto, desencontrando(-nos) pelos verbos e silêncios sobra historia ...