Ashes to the sky



Pedaço de paraíso e tempo eterno, de fim de tarde por onde repousa os olhos ávidos de sentir.

É outra vontade que escuta os murmúrios de puro transbordar de algum lugar, de algum sentir…

E Em uma bebedeira de cor inclino-me lento pelo teu toque equino, qual espada de espadachim na sede, de ter sede de ti…

É outra paisagem por onde me afundo por margens de estados ausentes.

De cúmplices a estranhos devidos por sentimentos contidos e esperanças vãs, no pressentir do tempo.

Cinematógrafo vazio, por onde se projecta a alma, estar vivo pelo bateu do coração e brilho por entre uma tela imprecisas de palavras e lágrimas nuas…

Epopeia de ausências vorazes, que atapeta a melopeia louca, que falam do cetim, pele e dança tribal.

Almas silenciadas por muros de nada, interlúdios de medo.

Primeiro elemento e última base, desapertar de amarra, delicados entremeios esquecidos em madrugada.

Qualquer coisa de enigmático que se esconde por de trás da falsa indiferença.

Talvez pelo indivisível dos pensamentos, uma espécie de “jogo” mortalmente perigoso imposto pelo silencio que o rege.

Na mais haverá para ganhar, além daquilo que todos os dias se vai perdendo que conta desde o inicio, logo após o fim…

Troca de sentir por uma leviandade, capricho, impulso ou paixão em busca do inefável, do mítico perfeito do nada capaz de ser tudo!

Ridícula galáxia da minha estupidez, rendo-me ao óbvio das curvas oblíquas dos dias onde invento espaços.

Pelo meio das ilusões, das desilusões oferecidas em papel de fantasia, limpo os cacos no canto do esquecimento.

Grito mudo tardio de eco vazio… Pequenos restos de negação em manhã de saudade!


Por hoje magia esquecida ….


…E nada mais!



Good Enough
Evanescence

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