Só para ver se tem som de saudade!
A vida acordou q.b., pateta, com um pouco disto, um pouco daquilo. Acordou esquisita, rabugenta, esqueceu-se do Sol, esqueceu-se do Ser. Foi tal o embaraço que nem o “Sr. da Ponte” alegrou! Saudades, bater de coração e querer, querer de tempos em que era simples respirar, do “às 4 nas escadinhas”, do simples que por erro de receita se complicou. Pelas horas, pelo agora, pelo quebrar das regras, do apenas precisar que alguém te salve, por mil coisas e outro ponto de juízo. A vida! A vida é para ser vivida (já dizia o poeta) e por mais noites, existirá sempre mais estrelas. Então? Então, mesmo que te dê o chelique, mesmo que grites, que apites e piques, bate com as portas, com todas. Deixa lá! Põe a tocar o “Lado B” Uma vez, não são vezes e assim “Baby, Baby” permite-te por um segundo Ser, acreditar, a dar-te o klick. Amanhã acaba o mundo e a vida vai rabugenta? Uma figa (é que vai)! Que se juntem as cores, que a manif seja metade ...