The sunset in your eyes…
Forte, a página que se vive, por entre as sombras que se alongam no horizonte, rugidos de motores e sangue nas veias… Por súbitos desejos de um dia reluzente… A noite, na distante cidade sobrevoada… Pequenos gestos, janelas ao vento, real ou irreal, sobre o tempo…. E no fervor nocturno a sensibilidade, sem rumo entre demónios e a minha alma… Até porque nada deveria ser medido, ou desmedido assim como um por do sol sobre um mar revolto em apenas mais um dia de Outono… Sonhos empacotados e corridas pelo mesmo chão, buscando os mesmos sentimentos… Mais um dia, novas etapas levam-se em sabores de restos de copos e festas estonteantes. Saudades abismais e pensamentos ofuscantes demais uma “cidade” em chamas…Espalham palavras simples no inicio de tantas outras… Espelham um lugar encantado entre o mundo e ou eu! A luz ofusca-me, de um esplendor de um rei sem reinado, vestido de majestade puro e duro em terra de sempre, em pedaços de nunca. Caminho longe, longínquo… por onde a escuridão tenta-...