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A mostrar mensagens de julho, 2011

The sunset in your eyes…

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Forte, a página que se vive, por entre as sombras que se alongam no horizonte, rugidos de motores e sangue nas veias… Por súbitos desejos de um dia reluzente… A noite, na distante cidade sobrevoada… Pequenos gestos, janelas ao vento, real ou irreal, sobre o tempo…. E no fervor nocturno a sensibilidade, sem rumo entre demónios e a minha alma… Até porque nada deveria ser medido, ou desmedido assim como um por do sol sobre um mar revolto em apenas mais um dia de Outono… Sonhos empacotados e corridas pelo mesmo chão, buscando os mesmos sentimentos… Mais um dia, novas etapas levam-se em sabores de restos de copos e festas estonteantes. Saudades abismais e pensamentos ofuscantes demais uma “cidade” em chamas…Espalham palavras simples no inicio de tantas outras… Espelham um lugar encantado entre o mundo e ou eu! A luz ofusca-me, de um esplendor de um rei sem reinado, vestido de majestade puro e duro em terra de sempre, em pedaços de nunca. Caminho longe, longínquo… por onde a escuridão tenta-...

Fora de Combate…

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Como se chegasse ao fim… Lança-se o laço, aquele que nos amarrou…E o quanto tens de bom. A atmosfera, traste em um andar de chuva, em uma voz de verão… Talvez não tenha-mos cruzado os céus… o Sol… e isso tenha deixado uma “cicatriz permanente” E Eu… Vou contigo… Conta-me! Finalmente teremos a hipótese de dançar junto à luz de um dia? Simples. Uma batalha quotidiana que cede lugar à noite, magistral, magia… E de um lugar privilegiado, de cá de dentro, contemplo as mutações, frequentes e subtis… de tal forma que se tornam “invisíveis”… E mesmo que não faça sentido, mesmo que não tenha um sentido, a vida não se detém a olhar para trás… Caminha…. Há momentos (na vida) em que em nada nos consegue seduzir, e estáticos deixamo-nos absorver pela fragmentação de sentimentos, agora transformados em meras quimeras. Hoje… Perdeu toda a graça! E de uma forma ténue frágil estejas onde estiveres, até mesmo nesse mundo de fantasia… Quero-te! Para além da intimidade de actos consumados e aquém d...

É ISSO AI…

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(Que falta que me fazes Aqui...) “E cada vez que eu fujo eu me aproximo mais… E te perder de vista assim é ruim de mais e é por isso que atravesso o futuro (…)” As vezes… No impulso da “dor”, tornamos, transformamos e optamos, na verdade talvez o verbo tivesse que ser conjugado na primeira pessoa… Mas quando só sobra silêncios, quase mesmo intactos e intensos, sem tropeços em promessas borradas de poesia de recomeços… A vida (às vezes) se transforma em viagens de muito mais idas do que vindas… E menos doido, mas mais eu, te sinto… O poder de um … “Adeus ” transforma, corrói e leva-nos ao chão, mostra que não existem lugares marcados na vida de quem seja, muitas vezes nem na nossa… E em dias assim calados e de pouco sabor, sobra um olhar que se alonga para lá da alma… Sabes, Sabem? Às vezes, a vida silencia de mais… Gostaria que antes, muito antes do “próximo” passo ter a possibilidade de um encontro, não de um reencontro que esse implicaria trazer de bagagem memorias findas e atitudes ...