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A mostrar mensagens de 2011

Would you mind if I killed you?

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Se eu pode-se, adormeceria o medo, pararia de tentar e não mostraria uma única gota de misericórdia, pela maldição que nos atravessa! Pararia de tentar, de procurar e ficaria, Viveria Todos os Dias! Seria o dono da história… No início do dia, vestiria a pele de uma personagem antes de subir ao palco, e por um piscar de olho, poderia ver através dos teus… Enquanto o sol nasceria e o asfalto correria a velocidades vertiginosas, preparar-me-ia para ser EU! Mesmo que existisse quem não estivesse preparado! Mesmo que existisse quem tivesse a sua alma em chamas… Seria muito mais que uma gaveta “cheia” de histórias delicadas, uma “par de asas” e uma imaginação… Sem me importar, para tudo aquilo em que não existe um jeito, não tem como poetizar, ou solução, guardaria uma surpresa que despertasse dentro de nós… Aceitaria que o “para sempre” às vezes dura segundos e seguiria. Desaprender-me-ia de mim, de qualquer estado intervalesco e sentiria, porque o sentir é a outra face do “saber”, do sabor...

Let the music take us over! Por Esta noite improvisa-se….

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Almejamos viver o amanhã e esquecemos de viver o hoje. Vive como se fosse o último…. O ultimo dia da tua repleta vida, não importa o depois… Intensamente, sem medos ou receios, sem coragens ou asseios, por uma longa e vazia estrada aproveita a vida! Ao Máximo! Grita, pula, ri e canta… Dança, Ama, chora e Sonha… Agarra o tempo, faz hoje, faz agora, esquece o daqui a “duas horas”… Segue em frente, sê a última, Sê a Primeira… Experimenta, faz! Alcança, descobre… Vive! Não te preocupes com o que fazer do futuro, a seu tempo! Saboreia o agora, a viagem e o regresso… Borrifa-te para que sejas notada, aposta para que faças falta… Esta presente nas pequenas vitórias, nos gestos e carinhos…. Deixa o céu partir-se em dois, saboreia o sabor da música, E Sê! Sê… Arrepio e noite, Entregas e render de guardas, um desmoronar de dias difíceis… E beijos… os teus lábios e luzes de rua, vistas nocturnas de palavras ditas… Sem mascaras, sem disfarces ou medos encontra o teu lado… do meu lado! Aproveita a ...

Ouch, I have lost myself again!

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Gosto das coisas simples! Da simplicidade de um sorriso, de um céu azul, o teu olhar e acima de tudo gosto de gostar de ti! Trazes-me a calma de uma canção, da mesma forma que a desarrumação de um vendaval! E tropeçando na simplicidade das palavras o teu olhar desde o seu inicio, com uma mescla de por do sol, de sorriso maroto e glamour … Do mundo, do nosso mundo, gerido pela simplicidade enquanto o abraço se confunde… Simples e directo, olhando pela janela, céus sem arranhões! Eu já sei, não precisas nem dizer, Eu sou (talvez) “ um trovador de fala cinematográfica ” e na verdade eu sempre quis ser isso mesmo! Um pedaço de tudo, um gesto de rua, um fragmento de um filme… simples! E por um beijo, mundos molhados, transmutações planetárias assim como uma noticia esquecida… Não sei dizer porquê e muito menos porque não, mas sei, sinto que chegas-te na altura certa, chegas-te na altura para me mostrar a simplicidade de sentimentos, sem a amalgama de confusões de setas e direcções de outr...

Memórias de um Fantasma Só…

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Just a second! O som da tua voz, não me deixa afastar… A forma como se segue o guião, leva-nos a quer estar vivos, a estar a frente de tudo de todos! E em um momento… Certeza, Verdade e ruas de silêncio que fazem parte de lugar algum… Tempos e sentidos, passos das multidões diárias, e novos sentidos de palavras gastas… Paixão e Romance e fogo posto, depositado em um qualquer sofá de vista única… E em um único momento, viver um momento único… O Teu perfume junto à almofada, e pelo baço do espelho reencontro o teu sorriso, aquele de criança e que inocentemente percebo ser único e secreto! E devagar… em traços a carvão e pincel o teu olhar… E pela luxúria do mais glamoroso sentir “Provo-te”… Sinto-te perto, tão perto! Demasiado perto, ao ponto de ouvir o teu respirar, o toque da tua pele como um trilho romântico, uma dança inebriante. Por entre a distância da realidade e ficção Abraço-te com suavidade enquanto sussurro “É bom ter-te aqui” … E enquanto me aninho no teu corpo imaginário esb...

Entre Achados e Perdidos!

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It’s nothing more disquieting like the feeling, when you read a word righting like someone you don’t know, you never met and some how manage describes exactly how you feel a particular moment in your life… If you ever read something like that, you about to remember now… It’s a beautiful… Mais um “ Nevermind ”,um sobressalto e uma desilusão…. Daquelas de pegar com as pontas dos dedos… Eu sei que na verdade não te conheço, mas existes, algures, assim como os Deuses, não existem! Do doce ao amargo, de tons coloridos e de uma escrita fina da minha caneta preta, de aromas de coisas vividas, de perfumes quentes… Cheia de planos para o amanhã, o depois e depois de o depois, de datas indefinidas… Sentada na areia de um reinado maior, perto das sete da tarde quando o sol se prepara para ir embora, na hora em que o cansaço nos vence… … De um sobressalto, de um rasgo sem dó ou piedade, de uma curiosidade desvanecida, procurarias o meu Eu. E deixarias cair um sorriso, lindo e único que também cons...

“E do teu sonho caiu um MEDO que voou”

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Amor, Talvez de um tempo de te amar… Até porque o que não foi, não passou! O espaço entre o que sou e a esquina onde guardo os sonhos, encontro-te… Adeus, Adeus, suposições, os talvez e o deslizar lentamente para um canto assim como um raiar de sol mas apenas de um “Novembro Chuvoso”… O teu lugar? O Suficiente, por onde só os Heróis vagueiam, é simplesmente aqui… Em um aqui de noite após noite, beijo após abraço e de uma gargalhada com sabor a resto de Um Mundo! Vives em histórias de Fama, Fortuna e Gloria, em um céu que é meu… E Escondes-te, Escondes-te por trás do teu olhar de vida, de um regressar a casa, em memórias de carne e de reis de quem se entrega todos os dias, todos Os Seus dias só para que seja(s) verdade…De sentimento(s). E assim, Lady’s and Gentleman’s, please welcome… [BOOM BOOM, BANG BANG] Luzes, Acção… Traços de tinta, sombras de carvão, Assim! Da multidão! O brilhar do teu olhar… Cinzas e Diamantes, conhecer-te e redescobrir-te a cada e todas as manhãs, de sorriso e ...

O dia em que o Peter Pan Cresceu!

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(Creditos da Photo to Rodolpho Lupus) Olha para mim! Deixa o voar dos sonhos…. Deixa chegar a imaginação e no perder da noite senta-te um pouco aí… Coloca de lados os capitães, os ganchos… Sê pele e caminho imortal, acompanha um pouco das suas cores, em um sopro da imaginação… Esquece os critérios e abre lugar aos delírios, o tempo todo, respira mais fundo… Eco atrás de eco silencia, Neverland… de um relógio partido e quebrado… Senhor do tempo, de um tempo no fim de um dia cansado … Do lado de fora algo incendeia o cintilar das estrelas, do que se é, do que ainda resiste… Sabe bem! Voltar… Ver e imaginar… No esvaziar de mais uma noite atada a cada mundo brilhante… E pelo chão Imagens de alegria … Desenhos de corpos e formas de sonhos… Pôde-se, assim, ser esse o estado de um Mundo! Inteiro! Assim… Estilhaços de lua e vento, de pouco de um tudo… Fecha os medos e sente, voa, inventa o teu ser, faz-te asa, Sopro ou ar… E por “pós de magia” Deixa-t...

Once upon a time! - Conta-me como foi!

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(Todas as histórias começam com um simples “Era uma vez!”) Tudo o que se acumula dentro, as mudanças as imaginações e as vivencias, são assim como um “Big Fish”, ou outra qualquer coisa escrita por algum génio… E assim, por favor conta-me, Conta-me como foi chegar até aqui, as emoções que te trazem e os arrepios que sentes! Vai até ao ínfimo pormenor e conta-me coisas e coisitas de Ti! De um tudo, de um todo, ou simplesmente de um nada, de um mundo por descobrir… Deixa os estados iniludíveis, Disfarça e conta-me as caricias imperfeitas, os sussurros insensatos… Conta-me o sabor, conta-me se é apenas uma noite ou, o se por ventura será o único e mais maravilhoso! D’os pedaços fugazes de coisa nenhuma, do teu sorriso… Conta-me! Por uma vez ou duas… conta-me… tudo dos aplausos e um pouco dos fracassos… Quebra um dia e conta-me, explica-me como chegar a ti… Volta atrás, inventa outra “saída”… E Conta-me! Conta como seriam os teus abraços e o “...

Se….. (Puro Manifesto!​)

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Se... Se por ventura entraste em minha vida! Não dês como dado adquirido que foi por vontade minha! Pode muito bem ter sido o acaso, o desculpe, foi sem querer ou mesmo sem um único propósito, como quem entra por engano…ou qualquer outra hipótese estapafúrdia ou remota! Mas se as hipóteses aleatórias confirmam e desmentem matemáticas e ciências e efectivamente entraste na minha vida! Então: …Existe uma divisória ténue de compromisso com alguma parte do meu ser, do que eu sinto! Do que sou, e anseio… E assim, tuas palavras são importantes para mim, pára, para que te oiça… Se na arrumação do momento, eu “te encontro”em minha vida! Ai então eu de alguma forma deixei um pedaço meu contigo! E Esse, nem que seja uma nano molécula,deve ser cuidada com o devido carinho, pois subentende o apreço e a admiração para que te permita estar perto… E se entraste na minha vida, então teu lugar está guardado, reservado na primeira fila, e nem o tempo ou dist...

(“Play it again, Sam”) – Por “Asfalto dos Loucos”

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Entra em cena! Sente e vira do avesso o Mundo, pega no teu sorriso… …E busca…Busca os teus super poderes, incríveis e inimagináveis de alma Luna… Saboreia o teu chocolate preferido, guarda o teu melhor dia de sol… E esquece… Esquece todos os “Trecos & Tralhas” e sobe ao topo de ti, e sente… Sente o vento que te acaricia, escuta o sentido de um mar em mais um dia na areia… Os sorrisos, os abraços e o regressar a casa em uma cama de travesseiros, fecha os olhos e sente o silencio… ou sente (-me) no compasso da “tua” canção… Conquista as batalhas e dança… Vence… Pinta a tua vida de todas as cores… e Chega, chega mais longe, mais alto! E sobre a luz, esquece o tempo por uns tempos… dá mais só mais uma volta! Recorda, vive de novo e encanta-te, esculpe a tua vida e em ritmo frenético, voa para além do (teu) destino… Suga os perfumes, os cheiros, procura e diz… Diz quantos sou! Quanto sentes e sê o que sempre quiseste ser! Sente a chuva com...

Instante Demente!

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E o tempo deseja o tempo… enquanto sorrio e fecho os olhos, fico em mim… e deserto! De dias a perder em vão… Vida sem ser sentimento, noite quente onde procuro pistas do teu fundo… Talvez… Talvez quisesse ser Tudo… Uma volta ao mundo, ou apenas um regresso a casa. Distâncias de silêncios e vidas… E por um “ponto” que me salve, A minha respiração em teu cabelo, teu cheiro em lugar de ninguém… enquanto deixava-mos a cidade entrar… Labirintos, viagens e alcatrão, sal, areia e mar… Sorrisos e a conquista! Enquanto sinto quem és! Sol, assim como um chão que me agarra… E assim, “fecha a porta”, deixa-te ficar enquanto está acontecendo… segura a mão e agarra… E “desatando” para deixar respirar, Desatentos e displicentes, a minha mão mostrando-te que sou teu! Por silêncios e beijos… Desejos… Em um qualquer 28º andar do nosso mundo… E tu espécie de deusa, sem pecado ou perdão! Descoberta urgente de vida… Por entre Um olhar de madrugada e praias desertas, desejo que me “leias”, como um livro de ...

The sunset in your eyes…

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Forte, a página que se vive, por entre as sombras que se alongam no horizonte, rugidos de motores e sangue nas veias… Por súbitos desejos de um dia reluzente… A noite, na distante cidade sobrevoada… Pequenos gestos, janelas ao vento, real ou irreal, sobre o tempo…. E no fervor nocturno a sensibilidade, sem rumo entre demónios e a minha alma… Até porque nada deveria ser medido, ou desmedido assim como um por do sol sobre um mar revolto em apenas mais um dia de Outono… Sonhos empacotados e corridas pelo mesmo chão, buscando os mesmos sentimentos… Mais um dia, novas etapas levam-se em sabores de restos de copos e festas estonteantes. Saudades abismais e pensamentos ofuscantes demais uma “cidade” em chamas…Espalham palavras simples no inicio de tantas outras… Espelham um lugar encantado entre o mundo e ou eu! A luz ofusca-me, de um esplendor de um rei sem reinado, vestido de majestade puro e duro em terra de sempre, em pedaços de nunca. Caminho longe, longínquo… por onde a escuridão tenta-...

Fora de Combate…

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Como se chegasse ao fim… Lança-se o laço, aquele que nos amarrou…E o quanto tens de bom. A atmosfera, traste em um andar de chuva, em uma voz de verão… Talvez não tenha-mos cruzado os céus… o Sol… e isso tenha deixado uma “cicatriz permanente” E Eu… Vou contigo… Conta-me! Finalmente teremos a hipótese de dançar junto à luz de um dia? Simples. Uma batalha quotidiana que cede lugar à noite, magistral, magia… E de um lugar privilegiado, de cá de dentro, contemplo as mutações, frequentes e subtis… de tal forma que se tornam “invisíveis”… E mesmo que não faça sentido, mesmo que não tenha um sentido, a vida não se detém a olhar para trás… Caminha…. Há momentos (na vida) em que em nada nos consegue seduzir, e estáticos deixamo-nos absorver pela fragmentação de sentimentos, agora transformados em meras quimeras. Hoje… Perdeu toda a graça! E de uma forma ténue frágil estejas onde estiveres, até mesmo nesse mundo de fantasia… Quero-te! Para além da intimidade de actos consumados e aquém d...

É ISSO AI…

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(Que falta que me fazes Aqui...) “E cada vez que eu fujo eu me aproximo mais… E te perder de vista assim é ruim de mais e é por isso que atravesso o futuro (…)” As vezes… No impulso da “dor”, tornamos, transformamos e optamos, na verdade talvez o verbo tivesse que ser conjugado na primeira pessoa… Mas quando só sobra silêncios, quase mesmo intactos e intensos, sem tropeços em promessas borradas de poesia de recomeços… A vida (às vezes) se transforma em viagens de muito mais idas do que vindas… E menos doido, mas mais eu, te sinto… O poder de um … “Adeus ” transforma, corrói e leva-nos ao chão, mostra que não existem lugares marcados na vida de quem seja, muitas vezes nem na nossa… E em dias assim calados e de pouco sabor, sobra um olhar que se alonga para lá da alma… Sabes, Sabem? Às vezes, a vida silencia de mais… Gostaria que antes, muito antes do “próximo” passo ter a possibilidade de um encontro, não de um reencontro que esse implicaria trazer de bagagem memorias findas e atitudes ...

OK...

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As palavras arrepiam, entre uma nova fase de amarras, escolhas e cedências… Entre doces pecados e memórias finitas. A vida em um instante, entre o asfalto de mudanças constantes, teimosias perdidas, caprichos esquecidos e curiosamente amores desfeitos… Refeitos! Mudança suprema, por um mal menor, desanimo e desilusão, apostas ganhas em percas memoráveis… E como um livro de pó, cinza e de muito tempo atrás, os pensamentos cruzam-me a mente, falo na primeira pessoa e como único esqueço. Pouco me importa o a mais ou o menos, chega na Verdade de ser sempre o que esta ali por estar, chega de conversas que se transformam em piadas de tão ridículas e implantáveis que se tornam… Que Diabo! Perto é perto e mesmo que não seja sempre, pelo menos que O seja, sem pudor ou receios sem interferências disformes… E mesmo quando tudo desanda, quando os ruídos se transformam em silêncio, intacto e sem tropeços ou promessas… Mesmo assim que permaneça o calor de um respiro de vivência…Vida Porque o “dizer”...

AQUI…

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Amordaça-te, não digas nada! Não fales nem sussurres, por vezes o silencio é a melhor resposta, Permite-me que por um instante demente apenas sinta o teu peito, o teu abraço e o calor do teu corpo, assim… junto ao meu, com amor, com ternura… Sê o que sempre foste… Eterna… E deixa-me fechar os olhos, saborear o momento, calado, imóvel, não faças rigorosamente nada! Não perguntes… Deixa o morrer lento dos dias, e esquece que longe talvez o céu seja azul, e mesmo que seja sem ardor, sem magia… deixa-me acalmar em ti. Anjo de tudo e do nada e sem uma única palavra, sem escutar… Que sejas apenas sentir. Por vezes por tempos, o que será? Seja onde for… Pára, fica imóvel, não digas uma única palavra, deixa-me apenas sentir… Que de facto Eu sou a conjugação verbal de tudo e nada. Fascina-me com esse teu sorriso de criança que teimosamente não deixo cair no esquecimento. Indescritível paragem temporal, tímida, sincera verdadeira…Sinto-te amanhecer, sinto-te Ser… Sem destino o vazio, toma-me nos...

FUGA…

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Sabes Voar! E o suposto abismo, talvez mais que perto de um céu aberto, um riso e um passo de (re)encontro, de um olhar profundo de um viver… E resgato(-me), Reinvento(-me), deixo que as vitórias e fracassos sejam parte de uma vivência que permanece em um olhar, uma janela. E como quem não sabe “dizer” a verdade. O tempo passa como a estrada a velocidades alucinantes, livre no meio (de) um mundo! Pecado… É não viver, Viver a Vida, deixar o bater do sol e rosto… Dia monstruoso comparado a mil anos, milagres e devaneios ao mesmo nível das palavras, por onde um jogo de reflexos, a certeza acaba por distrair. Mil maneiras de ser em apenas uma de viver… Até porque talvez o para sempre não passe disso mesmo, de um remaster de sonhos e encontros sem despedidas ou falsos passos de um abraçar de manhas adormecidas. São as entrelinhas, o ser transparente sem ser claro que nos transforma, a vida, os sentimentos o terminar de uma chuva e um abrir de vidraças... Vivemos á beira do suposto Abismo… D...

E amanhã tento mais uma vez…

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Mesmo sem sentir, sem ouvir ou asfalto, sou julgado por atitudes que não me pertencem… Insisto, desisto e canso, deixo aos poucos que a vida vá matando a sua cede. Cada escolha….Amor e acaso antes do amanhecer, por onde o tempo não importa, um pequeno instante que justifica toda a existência, mesmo que um pouco mais amargo… Até porque pensando bem, duvidar e negar é esvaziar desnecessariamente o momento… Sentir, e de repente só rotina, até porque para durar talvez seja preciso alguns toques de magia e cientista da alma, juntar farrapos incandescentes à ternura e tempo com loucura. É preciso, é sempre preciso saber perder, mas é mais essencial soltar, libertar-nos do sabor que nos acompanha ao acordar, sustentar o olhar, conseguindo desfocar tudo o que está ao redor… E o hoje, torno em amanhã e levo-me para onde o corpo me levar… É preciso ser-se inteiro mesmo que enfraquecido pelo cansaço de ser voz… Alma e a ponta esquecida de uma história. O nunca faz-me parte esgotável, no fim de ca...

OUTSIDER....

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Segredos, e passado!!! Tempo, tu e eu, céu e pele…. Hoje e só hoje Momento, uma história e inspiração… Trocas íntimas e “dragões” que tem medo… Gigantes, gigantescos estados Um abraço, uma conquista, dor e lembrança ou uma simples história de saudade e angústia, ou às vezes de um talento… É esse o segredo… Alquimista de alma e feitiços de incandescência e ternura… Invasão de entranhas, que ocupa espaços e apodera-se de alturas em que meus lábios tocaram a tua pele, mas o beijo a tua alma! Peito para peito e alma para alma, pode ser uma ausência qualquer de finitudes findáveis e razões de esquecimento… Vazio e memória, olhar e transtorno e um amontoado do resto, sangue vivo, festa sol e prazer… Receios, dádivas e uma vida inteira… Ses e talvez, risos e lágrimas em manhas de sol Único. Novos, Sabores, cores e beijos. Inicio de um Era uma vez, um “respirar” perfeito, de anjo da guarda e de um quase tudo que mantem a vida… Brilho de estrela, em que o tempo vai desistindo e esperando o desa...

EM CHAMAS…

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E rende-te onde quer que estejas, silenciosamente misteriosos momentos, rende-te mesmo que exista quem assista ao teu suposto cair! Se há quem assista, existe ainda mais quem viva… Esquece todos o tumultos, todos os jogos infantis as conversas, (sempre existe quem fale…) E explode, enlouquece… Em chamas!!! Ilumina o escuro de um beco, quebra o dia, e junta as regras… De lábios macios e olhos cansados, se tu própria, com todo o sentir!!!! E nas noites que o “fogo” se consiga encontrar entrega-te, esquece, limita-te ao teu corpo e deixa…. …deixa que a química, a física se apoderem de ti! Respira e Sussurra… Vive!!!! Ouve os aplausos de uma vida, d’o vibrato de um palco, de Emoções O dia a vida…Hoje… Eu poderia apenas prová-lo, saboreá-lo… Um carinho, um gesto, uma palavra, um olhar, um sorriso… um tempo e uma farpa… desejo… E mais uma vez em chamas, salta, pula e luta… mesmo que o “ser” não se cruze com o “querer” cria o teu caminho… Os outros são os outros e pouco mais! E a cada… em cad...