I still wish you the best with a: F*ck you!!!
Não há nada neste mundo que imagines, que não consiga ser alcançável, nada do que possas fazer, que não possa vulgarmente ser feito, nada do que possas dizer, escrever, cantar, nada rigorosamente nada que não possa ser igualmente cantado, escrito ou dito. Por todos os caminhos, por todos momentos há uma banalidade estrema da vivencia O mundo e os seus quatro cantos está repleto de sorrisos, beijos, carinhos, sussurros ou borboletas no estomago. A cada segundo dezenas, centenas ou incalculáveis situações se repetem sem reparo, ou entusiasmo. F*ck… You! No way… Há uma aborrecida repetição nas coisas, no toque, nos domingos, não muda muito o entusiasmo de alguém no decorrer de um concerto ao ouvir a sua música favorita, seja por aqui ou ao entardecer na Conchinchina. Os mesmos clichês, o pouco mais que o suficiente reduzido à pequenez do habitual no grito dos maus e no silencio dos bons. O futuro? Muitas vezes será apenas outra vez março, ou abril, ou novembro, ou o eix...