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A mostrar mensagens de janeiro, 2025

I still wish you the best with a: F*ck you!!!

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Não há nada neste mundo que imagines, que não consiga ser alcançável, nada do que possas fazer, que não possa vulgarmente ser feito, nada do que possas dizer, escrever, cantar, nada rigorosamente nada que não possa ser igualmente cantado, escrito ou dito. Por todos os caminhos, por todos momentos há uma banalidade estrema da vivencia O mundo e os seus quatro cantos está repleto de sorrisos, beijos, carinhos, sussurros ou borboletas no estomago. A cada segundo dezenas, centenas ou incalculáveis situações se repetem sem reparo, ou entusiasmo. F*ck… You! No way… Há uma aborrecida repetição nas coisas, no toque, nos domingos, não muda muito o entusiasmo de alguém no decorrer de um concerto ao ouvir a sua música favorita, seja por aqui ou ao entardecer na Conchinchina. Os mesmos clichês, o pouco mais que o suficiente reduzido à pequenez do habitual no grito dos maus e no silencio dos bons.  O futuro? Muitas vezes será apenas outra vez março, ou abril, ou novembro, ou o eix...

… Just how fast the night changes?

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  Apercebi-me que tenho pensado em ti e comecei a perguntar-me há quanto tempo tens vagado pelo meu pensamento, e de repente ocorreu-me que a verdade é que desde que te conheci, nunca partiste! Sem arrependimentos, os tempos envelheceram e parte dos fragmentos que compunham e estória mais esquizofrénica que algum conto encantado teve a ousadia de contar, foram sofrendo de esquecimento e abrindo espaços que “teimosamente” foste deixando ficar. Eu não me apaixonei por ti por precisar de ti, eu apaixonei-me por ti porque fazias o silencio ser seguro, Não por feitos soberbos ou por momentos inimagináveis, mas pela forma como silenciavas os “gritos”, as vozes na minha cabeça que nunca pareciam querer parar, domesticaste-as com excertos do teu sorriso suave e único. Eu não me apaixonei por ti para encontrar-me, eu apaixonei-me por ti, porque contigo eu finalmente encontrei um pedaço de felicidade.   Porque valia apena, porque… Porque sim e era suficiente!   Talvez...