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A mostrar mensagens de março, 2011

AQUI…

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Amordaça-te, não digas nada! Não fales nem sussurres, por vezes o silencio é a melhor resposta, Permite-me que por um instante demente apenas sinta o teu peito, o teu abraço e o calor do teu corpo, assim… junto ao meu, com amor, com ternura… Sê o que sempre foste… Eterna… E deixa-me fechar os olhos, saborear o momento, calado, imóvel, não faças rigorosamente nada! Não perguntes… Deixa o morrer lento dos dias, e esquece que longe talvez o céu seja azul, e mesmo que seja sem ardor, sem magia… deixa-me acalmar em ti. Anjo de tudo e do nada e sem uma única palavra, sem escutar… Que sejas apenas sentir. Por vezes por tempos, o que será? Seja onde for… Pára, fica imóvel, não digas uma única palavra, deixa-me apenas sentir… Que de facto Eu sou a conjugação verbal de tudo e nada. Fascina-me com esse teu sorriso de criança que teimosamente não deixo cair no esquecimento. Indescritível paragem temporal, tímida, sincera verdadeira…Sinto-te amanhecer, sinto-te Ser… Sem destino o vazio, toma-me nos...

FUGA…

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Sabes Voar! E o suposto abismo, talvez mais que perto de um céu aberto, um riso e um passo de (re)encontro, de um olhar profundo de um viver… E resgato(-me), Reinvento(-me), deixo que as vitórias e fracassos sejam parte de uma vivência que permanece em um olhar, uma janela. E como quem não sabe “dizer” a verdade. O tempo passa como a estrada a velocidades alucinantes, livre no meio (de) um mundo! Pecado… É não viver, Viver a Vida, deixar o bater do sol e rosto… Dia monstruoso comparado a mil anos, milagres e devaneios ao mesmo nível das palavras, por onde um jogo de reflexos, a certeza acaba por distrair. Mil maneiras de ser em apenas uma de viver… Até porque talvez o para sempre não passe disso mesmo, de um remaster de sonhos e encontros sem despedidas ou falsos passos de um abraçar de manhas adormecidas. São as entrelinhas, o ser transparente sem ser claro que nos transforma, a vida, os sentimentos o terminar de uma chuva e um abrir de vidraças... Vivemos á beira do suposto Abismo… D...

E amanhã tento mais uma vez…

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Mesmo sem sentir, sem ouvir ou asfalto, sou julgado por atitudes que não me pertencem… Insisto, desisto e canso, deixo aos poucos que a vida vá matando a sua cede. Cada escolha….Amor e acaso antes do amanhecer, por onde o tempo não importa, um pequeno instante que justifica toda a existência, mesmo que um pouco mais amargo… Até porque pensando bem, duvidar e negar é esvaziar desnecessariamente o momento… Sentir, e de repente só rotina, até porque para durar talvez seja preciso alguns toques de magia e cientista da alma, juntar farrapos incandescentes à ternura e tempo com loucura. É preciso, é sempre preciso saber perder, mas é mais essencial soltar, libertar-nos do sabor que nos acompanha ao acordar, sustentar o olhar, conseguindo desfocar tudo o que está ao redor… E o hoje, torno em amanhã e levo-me para onde o corpo me levar… É preciso ser-se inteiro mesmo que enfraquecido pelo cansaço de ser voz… Alma e a ponta esquecida de uma história. O nunca faz-me parte esgotável, no fim de ca...

OUTSIDER....

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Segredos, e passado!!! Tempo, tu e eu, céu e pele…. Hoje e só hoje Momento, uma história e inspiração… Trocas íntimas e “dragões” que tem medo… Gigantes, gigantescos estados Um abraço, uma conquista, dor e lembrança ou uma simples história de saudade e angústia, ou às vezes de um talento… É esse o segredo… Alquimista de alma e feitiços de incandescência e ternura… Invasão de entranhas, que ocupa espaços e apodera-se de alturas em que meus lábios tocaram a tua pele, mas o beijo a tua alma! Peito para peito e alma para alma, pode ser uma ausência qualquer de finitudes findáveis e razões de esquecimento… Vazio e memória, olhar e transtorno e um amontoado do resto, sangue vivo, festa sol e prazer… Receios, dádivas e uma vida inteira… Ses e talvez, risos e lágrimas em manhas de sol Único. Novos, Sabores, cores e beijos. Inicio de um Era uma vez, um “respirar” perfeito, de anjo da guarda e de um quase tudo que mantem a vida… Brilho de estrela, em que o tempo vai desistindo e esperando o desa...