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A mostrar mensagens de agosto, 2011

O dia em que o Peter Pan Cresceu!

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(Creditos da Photo to Rodolpho Lupus) Olha para mim! Deixa o voar dos sonhos…. Deixa chegar a imaginação e no perder da noite senta-te um pouco aí… Coloca de lados os capitães, os ganchos… Sê pele e caminho imortal, acompanha um pouco das suas cores, em um sopro da imaginação… Esquece os critérios e abre lugar aos delírios, o tempo todo, respira mais fundo… Eco atrás de eco silencia, Neverland… de um relógio partido e quebrado… Senhor do tempo, de um tempo no fim de um dia cansado … Do lado de fora algo incendeia o cintilar das estrelas, do que se é, do que ainda resiste… Sabe bem! Voltar… Ver e imaginar… No esvaziar de mais uma noite atada a cada mundo brilhante… E pelo chão Imagens de alegria … Desenhos de corpos e formas de sonhos… Pôde-se, assim, ser esse o estado de um Mundo! Inteiro! Assim… Estilhaços de lua e vento, de pouco de um tudo… Fecha os medos e sente, voa, inventa o teu ser, faz-te asa, Sopro ou ar… E por “pós de magia” Deixa-t...

Once upon a time! - Conta-me como foi!

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(Todas as histórias começam com um simples “Era uma vez!”) Tudo o que se acumula dentro, as mudanças as imaginações e as vivencias, são assim como um “Big Fish”, ou outra qualquer coisa escrita por algum génio… E assim, por favor conta-me, Conta-me como foi chegar até aqui, as emoções que te trazem e os arrepios que sentes! Vai até ao ínfimo pormenor e conta-me coisas e coisitas de Ti! De um tudo, de um todo, ou simplesmente de um nada, de um mundo por descobrir… Deixa os estados iniludíveis, Disfarça e conta-me as caricias imperfeitas, os sussurros insensatos… Conta-me o sabor, conta-me se é apenas uma noite ou, o se por ventura será o único e mais maravilhoso! D’os pedaços fugazes de coisa nenhuma, do teu sorriso… Conta-me! Por uma vez ou duas… conta-me… tudo dos aplausos e um pouco dos fracassos… Quebra um dia e conta-me, explica-me como chegar a ti… Volta atrás, inventa outra “saída”… E Conta-me! Conta como seriam os teus abraços e o “...

Se….. (Puro Manifesto!​)

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Se... Se por ventura entraste em minha vida! Não dês como dado adquirido que foi por vontade minha! Pode muito bem ter sido o acaso, o desculpe, foi sem querer ou mesmo sem um único propósito, como quem entra por engano…ou qualquer outra hipótese estapafúrdia ou remota! Mas se as hipóteses aleatórias confirmam e desmentem matemáticas e ciências e efectivamente entraste na minha vida! Então: …Existe uma divisória ténue de compromisso com alguma parte do meu ser, do que eu sinto! Do que sou, e anseio… E assim, tuas palavras são importantes para mim, pára, para que te oiça… Se na arrumação do momento, eu “te encontro”em minha vida! Ai então eu de alguma forma deixei um pedaço meu contigo! E Esse, nem que seja uma nano molécula,deve ser cuidada com o devido carinho, pois subentende o apreço e a admiração para que te permita estar perto… E se entraste na minha vida, então teu lugar está guardado, reservado na primeira fila, e nem o tempo ou dist...

(“Play it again, Sam”) – Por “Asfalto dos Loucos”

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Entra em cena! Sente e vira do avesso o Mundo, pega no teu sorriso… …E busca…Busca os teus super poderes, incríveis e inimagináveis de alma Luna… Saboreia o teu chocolate preferido, guarda o teu melhor dia de sol… E esquece… Esquece todos os “Trecos & Tralhas” e sobe ao topo de ti, e sente… Sente o vento que te acaricia, escuta o sentido de um mar em mais um dia na areia… Os sorrisos, os abraços e o regressar a casa em uma cama de travesseiros, fecha os olhos e sente o silencio… ou sente (-me) no compasso da “tua” canção… Conquista as batalhas e dança… Vence… Pinta a tua vida de todas as cores… e Chega, chega mais longe, mais alto! E sobre a luz, esquece o tempo por uns tempos… dá mais só mais uma volta! Recorda, vive de novo e encanta-te, esculpe a tua vida e em ritmo frenético, voa para além do (teu) destino… Suga os perfumes, os cheiros, procura e diz… Diz quantos sou! Quanto sentes e sê o que sempre quiseste ser! Sente a chuva com...

Instante Demente!

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E o tempo deseja o tempo… enquanto sorrio e fecho os olhos, fico em mim… e deserto! De dias a perder em vão… Vida sem ser sentimento, noite quente onde procuro pistas do teu fundo… Talvez… Talvez quisesse ser Tudo… Uma volta ao mundo, ou apenas um regresso a casa. Distâncias de silêncios e vidas… E por um “ponto” que me salve, A minha respiração em teu cabelo, teu cheiro em lugar de ninguém… enquanto deixava-mos a cidade entrar… Labirintos, viagens e alcatrão, sal, areia e mar… Sorrisos e a conquista! Enquanto sinto quem és! Sol, assim como um chão que me agarra… E assim, “fecha a porta”, deixa-te ficar enquanto está acontecendo… segura a mão e agarra… E “desatando” para deixar respirar, Desatentos e displicentes, a minha mão mostrando-te que sou teu! Por silêncios e beijos… Desejos… Em um qualquer 28º andar do nosso mundo… E tu espécie de deusa, sem pecado ou perdão! Descoberta urgente de vida… Por entre Um olhar de madrugada e praias desertas, desejo que me “leias”, como um livro de ...