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A mostrar mensagens de 2024

Fomos tão longe só para cair!

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  Eu era a pressa de um final estonteante em um entardecer que se queria para sempre. Fomos eternos até o tempo fugir, não almejávamos qualquer outro amor que não fosse assim. Fomos únicos na vida um do outro, fomos estranhos e cúmplices, confiança e desilusão. Sonhos e promessas, em fogo lento, tínhamos asas e química, tínhamos o querer e a dúvida, onde a vontade não venceu. Cobardes de uma tentativa esquizofrénica, o primeiro voo de um tempo de ilusões e sentimentos de verdade, tão verdade que de alguma forma se sobrepõem às desilusões, às mágoas e indefinições e dessa forma arriscaria a dizer que nada, rigorosamente nada é tão nosso como esse “querer”. “Se precisas forçar é porque não é do teu tamanho!” e esse é o preço de quem desafia a lógica. Amar não chega! E é por isso que na receita do “nosso para sempre” se junta o carinho, a amizade, compreensão e respeito. Fomos o mais imperfeito conto de fadas, mas certamente o mais verdadeiro. De uma forma estupida a v...

Ah, Ah, Ah… TRISTE DE VER!

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Sentimento louco, tolo indefinido entre damas e vagabundos e as palavras soltas do que sobrou! Ter todas as certezas e mesmo assim não fazer a mínima ideia que o Universo ardeu entre distrações e perguntas. Chegadas e partidas tão atribuladas como estereótipos de vidas doloridas… Erros lógicos de volta a Abril, entre luzes coloridas e um local cheio de rostos e batidas alucinantes de coração. O hábito, as vivencias, a memória de histórias de uma vida adita, de momentos que insistem em viver de baixo da pele. Entre o senhor do tempo e a estranha desilusão de tudo, o que se quer é apenas querer. Sem o brilho no olhar, a vida, as vivencias e as memorias.   Sendo bom, fica pior…   Estribilho de um intento junto ao mar, de um romance igual a contos literários….   Inesquecível.   Entre a verdade e um qualquer luar, deixa que não exista a mínima razão para que não se sinta o amanhecer. Pois a sensatez deixou apenas a dor cruel correr pelas veia...

…. O Fantástico!

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  Se não sabes dizer uma coisa fantástica, então não digas nada, deixa apenas a tua mão pousar sobre a minha, Se entre o hausto do gin e o sabor de ser teu, é pouco provável que digas alguma coisa fabulosa, então deixa o silêncio saibo e o desejo tocar os teus lábios. Brinca, excita.te, foge e não desperdices o teu tempo e por todos os sinais, sê junto! Se do outro lado está sem graça, sem brilho, sem luminosidade, sem perfume se o momento tolda a parte extraordinária, então, desavergonhadamente rouba-me um beijo de viagem longínquas e descobertas, de enganos e certezas! Se os detalhes não te entregam nada de estonteante, se os dias não te fascinam então dá um trago por mim e deixa o corpo te levar…   …Vem, vem mexer com os sentimentos, pois quem me conhece saberá te dizer o que me seduz, junta-lhe o teu sorriso, o acaso e o querer(-te).   Se nada de extravagante, te ocorre, então deixa a brisa dizer tudo com os olhos, sem os lábios mexer. Se a orbita, o...

… Since you took me!

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    Há Amor, Há um mistério no aprender do Ser, H á um segredo guardado nos textos oportunos, nas palavras sensatas do desejo transformado em querer. Haverá aquilo que se foi, o passar dos anos e haverá o tempo que nos deixa sós. Haverá a alegria da solidão e a decepção da presença, da dúvida e do amor que surge na hora do até depois! Haverá o adeus, o por agora, a vivencia e o amor depois do Amor. Não se procura o Amor! E muito menos se encontra o amor, é ele que vem ter connosco, que aperta todos os botões, inventa todas as desculpas naquele preciso instante em que o corpo simplesmente vai cedendo. E no momento em que te vi, já sabia que havia de acontecer, entre a surpresa, a descoberta, as madrugadas e o concerto, completamente às escuras. E sem qualquer sossego, a constatação de que o Amor, aquele das borboletas, não é o mesmo das almas gémeas ou dos príncipes encantados, o amor, Amor é aquele em que o sangue desassossega só porque uma recordação passou pe...

A Cinderella, que o enganou com um sapato…

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  Diz-me o que é que têm, aquele momento em que os super heróis se disfarçam de simples sorrisos e momentos felizes, de estrada e (re)descobertas. Um simples desejo, só por um dia, em que os loucos jogam os dados em preservação da química, do anseio, do luar. Breve, quente e corpos eternos. Diz-me do sentir, do olhar, do encontro, do que em silencio se falou, do beijo tímido. Toque de mão, o dançar no restaurante e do borrifar na “figura de urso” o mundo que seja nosso e o resto paisagem, contemplação, intento e intensão. Diz-me da surpresa de conhecer alguém que realmente toca diferente, alguém que poderia ter sido apenas mais uma visita, mas por desatenção teimou em ser diferente, mais doce, sem lugares-comuns. “o António das chamuças mudou de canal!” e revirou as ideias, o cabelo, o corpo inteiro, e de todas as aventuras, de todos os amores, de todas as promessas o Querer, mas mais que um querer só por querer, um Querer Bem, um Querer Junto. É pela sensibilidade, p...

Please, Don’t you dare!

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  Nem se quer te atrevas a ser apenas esse resto de ti, haverá certamente mais nesses pacotes que nunca mostraste. Naquele bater do coração entre a loucura do desejo e o carinho de quem uma vez na vida se importou. Se importou em olhar por dentro, em compreender e valorizar, “há anjos que perderam as asas” e por muitos céus negros e algumas fotografias do passado, há sempre um pote no final do arco-íris. E um novo começo à espera junto à porta de entrada, então sorri e entrega só um pouco mais de ti. Nem sempre a melhor protecção é a defesa total, a Vida precisa da conta, do peso e da medida, mas racionar por racionar que se racione apenas os frios pores do sol, que se dê asas à coragem, à vontade, seja ela qual for, que se pule e se dance “como se ninguém tivesse a ver”!   Valoriza e valoriza-te, faz um remake muda as personagens, os condimentos, as paisagens, mas… Mantem-te a ti.   Não te atrevas a ser o fiel guardião dos pesadelos debaixo da cama, dá-...

Darling, a beautiful thing is never perfect.

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  Aí, se eu soubesse! Se me dissesses que a vida dava a volta só mais uma vez. No carrocel do encontro, se fosse possível lá voltar, nem que se fosse só por magia, mais uma vez. Que fosse uma lotação esgotada… que fosse uma festa com fogo de artificio, roda gigante e algodão doce. Aí, se eu pudesse só mais uma vez! Sente-se no ar a falta do contar das coisas que não sabias, da areia ao teu lado, das medrosas histórias que geladas aguardam um qualquer final feliz! Sem saber, sem querer, sem maldade, o desejo que foi correndo pela corrente, espera e desespera, tal como na vida real adormecido perde a força dos sonhos. Olha o sorriso, as estrelas e da estranha teimosia de querer ficar perto, das saudades, do “je ne se quois”. Mesmo assim o Mundo consegue mudar tudo de ponta a cabeça, e fazer com que o tenha termo, seja simplesmente para sempre! Aí se eu soubesse, se me dissesses que por um instante seria possível voltar aquele beijo, pedia(-te, Princesa), que me vies...