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A mostrar mensagens de outubro, 2010

NOTAS DE AUTOR

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Gastei todo o meu tempo para terminar sempre como uma segunda hipótese! Deste devaneio silencioso e infinito como um “desperdício” de vida, se tornou fria e amarga… Nos momentos em que os olhos perderam o brilho e pela ironia sentir algum conforto, nas palavras soltas e deslocadas… Tornei-me! Tornaram-me em uma melodia que lentamente se tem vindo a destruir… Procuro um intervalo, que me retire o vazio que se infiltra pelas minhas veias… Suave desprendimento, por onde me ergo pelos destroços… Cansado pela rigidez das regras, dos abutres e ladrões que tornam cada vez mais difícil acreditar na doce loucura…. Pelas sombras confusas, que não fazem a diferença, assim, como um escuro e frio quarto de hotel por onde procuro uma distracção em gloriosas tristezas… Talvez consiga encontrar algum conforto mas por alguma razão não é o suficiente… Memorias no que nos tornamos, onde se encontram todos os pormenores dos mais fascinantes, aos grandes obstáculos de quem foge uma ultima vez… E de quem te...

O OUTRO EU COM QUEM EU NÃO ME DOU!

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Reparo o quanto é terrível para mim o som de um silencio especifico! Fenómeno plausível de quem mais nada tem de sustentação para alem de uma tese de Sigmund Freud, inconsciente… Apercebo-me agora que o outro EU, aquele tantas vezes acusado de inconsciente, inconstante e hipoteticamente uma hipoteca de vida, que demanda a cada segundo a paragem do tempo a fim de realizar um sonho, na mais é do que uma tela reluzente, instantânea, eterna e fictícia! Este outro Eu que já mais se assusta pela exactidão do “poder” que supostamente demonstra no “percorrer do sangue” no fervor da vida, nos momentos tão perfumadamente reclamados. Simples, singelo e de sabor único… Eu! O outro Eu! Múltiplo de sinais corpóreos, metamorfoses de actos falhos e renascentista por vocação… Pelo no sence da exactidão das coisas que se seguem pela bitola contemporânea por quem nada cumpre e nada vê! Não-atomista! É isso Um (não) Eu em capítulos, explanados pelo olhar conglomerado da mudança interna. Sem mascaras ou re...

Maybe, Your glory goes beyond all fame!!!

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É feito de pasmos todo o sorriso que me assola enquanto pelo limbo dos inadaptados permaneço absorto pela aparente ausência… Todo o olhar do baço espelho por onde a passos a espaços vestimos a pele antes de pisar o palco! Analiso, observo e endoideço! E com os olhos a darem sinal do cansaço que o corpo sente como um desafio ao próprio espectro de estados incógnitos… Aceito que se o mundo fosse um pouco mais pequeno, talvez eu fosse um pouco mais crescido… ou se “tu” foces um pouco mais “coragem” a vida se torna-se um pouco mais despida de artifícios! Guardião de noites vazias! Profundo olhar de desculpas e anseios! Assim como uma noite sem lua, Nova! Etapa renascentista de quem tudo muda! E na fumaça do cigarro ou no fundo do copo o saber amargo do resquício dos tempos transforma-me! Por alguma razão o certo ou errado deixou de pesar de forma suprema, a conquista da felicidade faz-se a cada passo, e apesar de por mais de mil vezes não querer separar os meus fracassos das minhas vitória...