Um choro escondido...

Já imaginaram um dia sem sol?
Um dia em que os semblantes fossem demasiado carregados,
Um dia em que desejassem secretamente alguma coisa, algum tempo, ou alguém e nunca o tocar.
Já imaginaram?
Um dia demasiado longo, em que nada fosse igual?
Esses dias, que não existem! Mas que teimamos em viver como se uma obrigação houvesse…
Deveríamos permitirmo-nos a parar a agitação, a ouvirmos o silêncio dos sonhos, sentindo o fôlego do repousar.
Permitirmo-nos esquecer de viver todos os dias como se de segundas-feiras se tratassem.
Um dia em gargalhasse-mos juntos, ouvíssemos as mesmas músicas.
Um dia que déssemos à vida uma alma de criança, que a fizéssemos circular em um carrossel…
Que deixasse-mos de parte a estrada infinita, que fizéssemos uma pausa, e ficasse-mos apenas.
E se para a colorir, déssemos decorações variadas, com um toque que é só nosso, que a deixasse-mos reflectir o nosso espírito, sem mácula no embrulho que fazemos, sem qualquer sinal de engelhado.
Hoje, enquanto voltava para casa, imaginei um dia, um dia em que fosse como uma estrela cadente, um poema, um domingo perfeito.
Um dia em que não me tivesse que esconder no tempo, que o transformasse na casa dos afectos, que o abrigasse com carinho, e que se multiplicasse esses mesmos afectos para vencer os medos, ser dono de um lugar especial, perder-me contigo…
Um dia que fosse um suspiro especial, que fosse um andar à chuva sentindo cada gota divina.
Um dia que fosse um encontro em segredo em uma praia qualquer, com planos improvisados e de destinos cruzados.
Hoje, enquanto voltava para casa, imaginei um dia, um dia em que fosse como uma estrela cadente, um poema, um domingo perfeito.
Um dia em que não me tivesse que esconder no tempo, que o transformasse na casa dos afectos, que o abrigasse com carinho, e que se multiplicasse esses mesmos afectos para vencer os medos, ser dono de um lugar especial, perder-me contigo…
Um dia que fosse um suspiro especial, que fosse um andar à chuva sentindo cada gota divina.
Um dia que fosse um encontro em segredo em uma praia qualquer, com planos improvisados e de destinos cruzados.
Um dia em que fosse noutro tom, que fosse de outra cor, que roubasse as 7 estrelas.
Um dia em que me debruçasse tanto, que acabasse por cair…
Um dia em que ninguém soubesse o que dissesses...
Talvez até um dia com um “+” no lugar do “-“…
Um dia em que me ficasses a acompanhar, um dia em que ficasses para dançar…
Um dia em que se quisesses eu te pudesse explicar sem pressa, de uma forma tranquila e devagar, arrancado claro está as “amarras,” ou uma ou duas coisas, se calhar…
Um dia em que deixasse de partes as reservas no olhar, para que ele tome conta de nós.
E parar de ver! Não por fora, por dentro….
Always Will Be
HAMMERFALL
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