I REST MY CASE

Chegou uma altura que julgo ser demasiado importante fazer daqui um comunicado à nação!
[O tempo de antena que se segue é da minha inteira responsabilidade]:
Nada do que por aqui é escrito,(excepção de três textos já antigos) tem como princípio de uma forma explícita ou Implícita, frisar algo, ou atingir alguém, nem tem por trás alguma coisa, que se possa chamar, como assim dizer, assim uma expressão muito na voga:
”Segundas intenções”
Não é isso que se passa, acredito que por vezes possa ser difícil pensar que isso é possível, mas acontece (momentos de pura loucura).
As consequências que surgem a posteriori nem sempre são resultado de algo que se fez com essa intenção, prefiro acreditar e viver como se as coisas acontecessem de uma forma pura e natural!
Se pelo caminho tivesse por assim dizer um lema seria:
“Vive mais, pensa menos, e no fim faz algo que te faça sorrir”
Passamos a maior parte do tempo a fazer balanços da vida, a achar a raiz quadrada de uma qualquer coisa e subtrair aqui e ali, só porque existe um manual qualquer inventado por alguém, que ninguém já se lembra o nome que diz que não é bem visto aos olhos da sociedade”! E quanto a isso só tenho uma coisa a dizer:
“Que se f*d*, Que o meu curso é de letras”
Já basta as gravatas que somos obrigados a vestir pela lei da sobrevivência.
Sou só eu, ou a vida deve ser vivida simples e com duas gotas de limão?
Já é altura de começarmos a arquivar o que só nos “pesa nos bolsos” o que está para trás fica apenas para lições de memória futura e não como umas pias…
A vida não é um vidro partido é uma janela aberta, e as coisas não tem obrigatoriamente um prazo de validade.
Mas ressalvo novamente:
Nada do que por aqui é escrito, tem como princípio de uma forma explícita ou Implícita (…) segundas intenções…
Trata-se apenas de devaneios, pensamentos soltos e uma forma de estar na vida, o que é totalmente diferente de alguém se poderem identificar, não misture-mos as coisas oh faz favor…
A minha “forma” de estar na vida só tem um sentido, o sentido do sentir.
Bem sei que isso já me tem trazido alguns "amargos de boca", alguns desencontros apenas porque alguns pensam que quando a esmola é grande…
Mas na verdade é isso que se passa, e por vezes temos que ter a grossura de espírito para o aceitar.
Por vezes é bom poder descansar a pele, respirar fundo e borrifar-me se por ventura cair na sopa das pessoas.
A viva não é um processo de centrifugação ou pasteurização, e vida é um local onde se junta pimenta q.b. e sal a gosto, um local onde ficamos cara a cara, coração a coração e não ser mais nada.
Claro que tenho os meus desejos e anseios dos quais gostaria de não ter limites, mas este “australopiteco” vive em um mundo onde está tudo ao contrário, racionamos as coisas a uma simples tupperware e o que não cabe fica de fora, paciência...
O que for será, e o que será, pode não vir a ser, já é bom “meia volta antes de partir “...
Aceitar -me como sou pode não ser um acto de coragem, mas sim um acto de loucura, mas sou o que sou em essência e disso eu não abdico, sou crescidinho o suficiente para perceber o que se diz nas entrelinhas, mas quanto a isso:
I Rest my case
Na minha próxima vida quero vivê-la de trás para a frente. Começar morto para despachar logo esse assunto. Depois acordar num lar de idosos e sentir-me melhor a cada dia que passa. Ser expulso porque estou demasiado saudável, ir receber a pensão e começar a trabalhar, receber logo um relógio de ouro no primeiro dia. Trabalhar 40 anos até ser novo o suficiente para gozar a reforma. Divertir-me, embebedar-me e ser de uma forma geral promíscua, e depois estar pronto para o liceu. Em seguida a primária, fica-se criança e brinca-se. Não temos responsabilidades e ficamos um bebe até nascermos. Por fim, passamos 9 meses a flutuar num spa de luxo com aquecimento central, serviço de quartos à descrição e um quarto maior de dia para dia e depois Voila!
Acaba com um orgasmo!
P.S.
Está forte está! Está muito forte...
Every Rose Has Its Thorn
Poison
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