Melancholic…

E eu disse coisas que não queria dizer, troquei-as por palavras mais doces e toques mais suaves.
Mais um dia sem perguntas, ou respostas, sem desvios ou receios.
Tudo à volta desaparece, como um palco apenas com um foco que aponta exactamente para o centro.
Onde se “actua” e acredita como se fosse o ultimo dia.
E pelo teu olhar perco a força, sem que conseguisse resistir e sem mudar, fico.
O tempo para, e um gesto que não chega, e sonha-se, perto & longe.
Para mim apenas a melhor parte do dia, transformando em simplesmente insignificante o que outros possam pensar.
Dá-te uma oportunidade de respirar, repara que é real, é verdade e existe.
E guarda um bocadinho do sentir hoje à noite e faz uma revolução
Aihaiah, em pleno há algo de senil, que se baralha o inicio com o fim, ou a dúvida de se se chegou a começar.
Mudar alguma coisa deixar de ser mais garganta que vontade.
Um sentimento ingénuo, pelo lado eterno da imaginação.
Um refugio da dor, lugar de onde o que se vez não apraz, de onde salta a fúria de ver o tempo a passar, para ganhar a coragem…
Lugar onde o tempo “útil” abranda na doce calmaria das palavras “excluídas” de conversas comuns.
Quantas vezes vais ser tu capaz de olhar em frente e dizeres aquilo que vez?
De sorriso no rosto, reflexos de quem te entrega um “segredo”...
...Que não o podes parar, nem tens nada a perder, não o leves a mal, pois talvez seja um sinal...
E assim, como uma deriva na tempestade das certezas, entardeceres que já mais se esqueceram, corpo e alma…
Tudo por praticamente nada, como uma história colorida, que não mata mas devora.
Sensatez despertada em mim, o dom de sentir em câmara lenta…
Diz que tenho sal, que sou notícia de abertura jornal, mas nunca uma vida à média rés!
Não fraquejar, tentar e abusar…
…Como uma vida, uma vida feita por um eclipse
If you give up
Hands on approach
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