Empire state of mind...




E do alto da noite, entre o negro e o céu, as palavras batem fundo, mais que qualquer outro mode on ou off!

Ecoam como um lugar de cena de filmes com o seu barulho ensurdecedor…

Tudo aparenta não ser de verdade, apenas um bolso cheio de sonhos, uma selva concreta de onde os desejos são feitos!

Um ”rosto” cheio de luzes, que me inspira, onde não existe toque de recolher e que me faz sentir novinho em folha!

E por aqui fico, sem resistir… o tempo pára na busca Do olhar…

Posso fingir! Ou encher-me de coragem, mudar a conversa à vontade!

Pode-se andar de revés ou contra sentimentos, que importa?

Querer observar-se as coisas pelo ver e não pelo sentir… Fingir que se é feliz!

Quando se sente o bater no peito, deixa-se de sentir o chão…

…É ser aquilo que me rodeia e sentir que o mundo me quer mudar…

E sem estar perdido… Poder ficar!

Para ainda assim, quando o momento chegar” estonteado”, assim vindo do nada… Sentir que alguém me “abriu porta”!

Inspiração, respiração e um estado novo.

De qualquer jeito, sentir que se conseguiu chegar até aqui, consegue-se chegar a qualquer “lugar”.

Viajar mesmo que as coisas não sejam o que parecem… e fugir.

Um passeio pela cidade enquanto as luzes se vão apagando…

Não ter a certeza! E quem sabe assim como tu, ser eu… Ter o meu nome escrito no New London Theatre, e ser único…

Ser um tudo, com o tempo, transparente, definitivamente certo, um estado de novas cores.

Pertencer ao espaço entre o instante e o sentir e não eleger o melhor entre pessoas, mas sim o melhor das pessoas.

E construir-me, querer ser melhor!

É um não saber, o que o coração faz, um alto, um baixo, mas nunca uma desilusão.

Ser forte, forte nas fraquezas e conseguir trocar “promessas” apenas por um “luar”…

No decorrer das noites sem dormir, conseguir recolher essas mesmas promessas que vagueiam pelo ar.

Parar, recomeçar, fazer acreditar, pelo “não” que o olhar mentiu.

Ser uma madrugada, uma alucinação, sentidos de 1000 cores, ecstasy e Um abraçar… Um sentir de liberdade, um sossegar e entardecer…

O passar das horas trazem tantas saudades, matam-me de angústias e transformam-me em um vilão de cinema.

Viajo pela multidão e sinto-me sozinho, e Digo com o olhar é “Assim que eu sou”…

Ser uma história de encantar, uma decepção doce e fria, mas não mais…

Em sonhos suplicar: leva-me contigo, mostra-me quem eu sou…

Matem-me sem luz, deixem sentir…

…Deixa-me sonhar, desejar… e acontecer!


Don't Cry
bÉLA

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