BREATHING

E ao “acabar dos mundos”,
Um pedaço de céu ouve-me, acredita no meu sentido e que a espaços estou por inteiro, “tempestades de inverno” esbarram na leve barreira do querer…
Não é a saída que escurece o meu sol, e sim a incerteza do regresso…
O tempo corre e toda a minha “força” se esvanece, só em locais mágicos como prédios em Boulevard, eu consigo ser forte!
No amornecer da noite quanto todas as melodias desaparecem, apenas uma musica se mantém eterna… e assim consigo ver o teu brilhar divino...
Por guerras e resistências o parar da respiração, os pensamentos que se atropelam em busca “daquela” porta aberta …
E a cada caminho que passei, a cada gesto levo-me ao bater do coração…
O toque leve do viver, liberta-me para longe de batalhas, e todas as minhas paredes caem sobre a força que desaparece.
Como um dia de chuva transformado em verão, ou uma linha de areia quando vou longe demais, saídos do nada invadem a minha vida permitindo-me receber mais do que consigo dar…
Deixam o sabor do fracasso ou do sucesso agradecer a glória do acreditar, não importa o que abstraiam, porque o melhor dos melhores ira acontecer e eu estarei junto lado a lado, sentindo que será fácil alcançar.
Adivinhar o final da história, e parar para viver é dar-se por inteiro, enquanto brilho!
Escolher as melhores horas de uma vida, sentindo a magia disfarçada secretamente reagindo e em passo de danças estar vivo…
Mais que um nome ou um rosto na multidão, entrar para lá do limite, arriscar, e por momentos “viver” em uma cidade de anjos uma vida resplendorosa, onde no parar do tempo se consegue sentir a “chuva” "regar" a viva.
Em um abrir de braços sentir a emoção, submeter a vida entregar no reagir e terminar brilhando em mim… devolvendo resto…
A felicidade parece assim tão errada? Poderemos ser fortes e seguros quebrando sonhos…
Viver de 30, quando se sente ter 17 é o mais perto que se conssegue estar da loucura, e lá longe no local sem fim eu morreria em êxtase …
Um olhar atento e as dúvidas desaparecem, nada resta para fazer depois de me “dar” por inteiro…
Do que acreditar que as “melodias” não desapareceram…
Perfect Day
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