She may be the song that Summer sings!
Ela!
Ela pouco mais é que tudo e muito, mas muito, muito mais que
nada.
Ela é a menina com um sorriso estonteante, por onde o tempo
não passa, a estória encantada de um beijo especial e de um jeito feliz.
Ela…
Ela é aquele pedaço de sem palavras, de falta de ar e de
loucuras noturnas e notívagas de explosões e borboletas no estomago.
De Saber e sabor a Amar.
Ela é aquele olhar cúmplice e adocicado, é uma dança à chuva!
(aquele teu querer…)
É uma madruga sorridente de um charme rabugento, contagiante,
é todos os dias, todas as horas, todos os minutos, todos os segundos,
Ela, é paixão e brincadeira, é uma guerra de almofadas só
porque sim, é sonho e realidade!
É chuva e trovoada, daquelas de ranger os dentes que só eu
sei desmontar, é cocegas e gargalhadas.
É serenidade, simplicidade, protagonista e poesia no
quotidiano do dia-a-dia.
Ela, é fragmentos de tudo, saudade e desejo, é um “Bom dia”
doce e um “Deixa-me beber café descansada” pragmático.
É Amor mais que os dias maus, mais que os filmes, que os
romances ou refrões.
É a fuga de um jantar chato, a mão dada no parque, a hipótese
alucinante de eternidade, o como, o onde e o porquê!
Ela é o Hoje, o amanhã, a coragem… É o “Fujam todos!” com a
mesma força e doçura de um Abraço.
Ela é segredo, é desejo, é carne e sentimento, ela é a certeza
no meio das dúvidas.
É aquele baloiço ao entardecer, aquela história entusiasmante, aquela viagem inesperada, aquele vai ficar tudo bem!
Ela é a sorte, o encanto e o (re)encontro, é o sorriso
quando tudo à volta é tristeza
E eu não teria o atrevimento de mudar, rigorosamente Nada!
[Podemos não ter começado num “Era uma vez”, mas iremos terminar
a nossa historia com o “Foram Felizes para sempre”…]

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