Prefiro ser aprendiz de tudo, do que mestre de pouco!

Mentiria!
Mentiria, se não sentisse!
Faltaria à verdade se meio caminho fosse suficiente.
Se aceitasse pacificamente, que não quero mais!
Pois na verdade isso não existe!
Na verdade queremos sempre mais e mais, queremos sempre muito mais!
Muito mais que as palavras, queremos sempre juntar-lhe sonhos e fantasias!
Sentir as sensações à flor da pele, e ficar com falta de ar!
Queremos sempre mais, queremos sempre tudo!
Queremos sempre ter a sorte de um cartoon de mascarilha, de um super-herói!
Sempre viver o máximo!
Sentir com toda a intensidade, chegar a todos os lugares, experimentar todos os sabores…
Queremos todos os abraços, todos os beijos, como se um único fosse uma réstia de nada!
Todos os olhares, e o correr do tempo sabe sempre a pouco!
Sem muita explicação, procuramos o perfume, um respirar morno no sussurrar da entrega e no incansável infinito de uma alma a dois.
O bater do coração, e por cada batida renasce novas fantasias, vontades de recomeço.
É como se um fim não chega-se, e o que a vida tem de melhor não termina-se!
Sabe a pouco, porque o desejo da surpresa nos dias mais monótonos é sempre uma gargalhada no meio de futilidades…
Por si só o infinito em nada, e nada transformado em tudo…
Queremos mais, porque há sempre qualquer coisa de leve no tocar da mão…
Pedaços de pouco e tudo…
Mesmo ténue e simples, seja sempre especial! Infinito em uma folha de papel.
Quero mais, muito mais mesmo que (o mais) não seja tudo!
Quero sentir a "altas rotações" enquanto durar, estar presente em todos os momentos, quero ver e tocar, sentir e abraçar.
Parar o tempo! E observar, como uma chama que dura…
Saborear todas as sílabas, todas as cores do sentir…
Quero saborear, porque afinal “Sabe sempre a pouco”!
Nos Desenhos Animados
Os Azeitonas
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