Instante Demente!




E o tempo deseja o tempo… enquanto sorrio e fecho os olhos, fico em mim… e deserto!

De dias a perder em vão…

Vida sem ser sentimento, noite quente onde procuro pistas do teu fundo…

Talvez… Talvez quisesse ser Tudo… Uma volta ao mundo, ou apenas um regresso a casa.

Distâncias de silêncios e vidas…

E por um “ponto” que me salve, A minha respiração em teu cabelo, teu cheiro em lugar de ninguém… enquanto deixava-mos a cidade entrar…

Labirintos, viagens e alcatrão, sal, areia e mar… Sorrisos e a conquista!

Enquanto sinto quem és! Sol, assim como um chão que me agarra…

E assim, “fecha a porta”, deixa-te ficar enquanto está acontecendo… segura a mão e agarra…

E “desatando” para deixar respirar, Desatentos e displicentes, a minha mão mostrando-te que sou teu! Por silêncios e beijos… Desejos… Em um qualquer 28º andar do nosso mundo…

E tu espécie de deusa, sem pecado ou perdão! Descoberta urgente de vida…

Por entre Um olhar de madrugada e praias desertas, desejo que me “leias”, como um livro de emoções…

Aquele que “deixas-te”. E que agora quero de volta…

E em um requinte de romance, descubras todos os meus mistérios, Que me deixes e vejas “nu! No meio da praça!”

Encara-me nos olhos e deixa a “vida” viver, ela não irá certamente renascer…

E brinca… brinca com tudo o que te aparecer e apetecer, sorri e vê (-me) esporadicamente (n) o teu dia-a-dia.

Deixa… deixa o tempo servir-se! Trazer-te de volta…

Aceita! Adivinha e diz…

Pára de andar às voltas… dá um nó e junta tudo….

…As Palavras, aquelas que devoram segredos, com um leve tocar de dedos, Cidade com cansaço e Vertigens com abismos…

Junta, As pequenas coisas que nos aparecem de quando em vez e que nunca tivemos tempo para as agarras…

E Grita… Grita de volta a ti, dá mais uma volta ao parafuso, e mesmo que realmente nunca o saibas, sente…

Sente, que “querer” e desejo, somam uma aventura suprema…

E Sonha… Sonha os sonhos! Os Altos, os baixos…

Esquece o cansaço, esquece que o corpo fraqueja e ousadamente “leva-me p’ra casa!”

Perde com classe e Vence com ousadia, porque a vida… Essa só se vive…

E na verdade se eu “te tivesse”, talvez com coragem eu te tirasse tuas asas, apenas para que pudesses sentir os sentimentos dos comuns mortais…

Cinzas, diamantes e notas soltas de pautas angelicais, por entre resenhas de vidas cruzadas e dias vagos…

E assim,

Sorri e compreende…

Enquanto eu adormeço e te trago em meus sonhos, aqui…

...Em um qualquer andar do nosso MUNDO!


Eve (The Apple Of My Eye)
Bell X1

Comentários

Mensagens populares deste blogue

#justreal

O beijo e a Princesa,

Cais 37,