The sunset in your eyes…



Forte, a página que se vive, por entre as sombras que se alongam no horizonte, rugidos de motores e sangue nas veias… Por súbitos desejos de um dia reluzente… A noite, na distante cidade sobrevoada…

Pequenos gestos, janelas ao vento, real ou irreal, sobre o tempo….

E no fervor nocturno a sensibilidade, sem rumo entre demónios e a minha alma…

Até porque nada deveria ser medido, ou desmedido assim como um por do sol sobre um mar revolto em apenas mais um dia de Outono…

Sonhos empacotados e corridas pelo mesmo chão, buscando os mesmos sentimentos…

Mais um dia, novas etapas levam-se em sabores de restos de copos e festas estonteantes.

Saudades abismais e pensamentos ofuscantes demais uma “cidade” em chamas…Espalham palavras simples no inicio de tantas outras… Espelham um lugar encantado entre o mundo e ou eu!

A luz ofusca-me, de um esplendor de um rei sem reinado, vestido de majestade puro e duro em terra de sempre, em pedaços de nunca.

Caminho longe, longínquo… por onde a escuridão tenta-se esconder no tremor de uma voz!

Quão grande pode ser o nosso Deus?

Invado a vida de sobressaltos, inspiro os dias e expiro os pensamentos, nas páginas esquecidas de um livro “Tu & Eu”….

E por trás de mais um muro, Mais um cidade de luzes ofuscantes…

Talvez tenhamos mesmo que sempre tentar, mesmo todas aquelas coisas loucas… Calar os silêncios e aproximar os espaços entre os abraços…

Até porque quem inicia um caminho pelo fim, perderá certamente os aplausos à chegada!

E neste palco onde protagonizo a (minha) vida, onde sou autor e personagem, ficará sempre um lugar especial, mesmo que permaneça inerte e vazio…

Por o entre e o meio de sentir o tempo, vibrando por entre o sangue ou as memorias o importante é que em algum momento, em algum tempo ou estado fomos insubstituíveis!
Inesquecíveis!

E saberemos que, por de trás de tudo existirá muito de tudo e pouco de nada?

Porque no fim…

Se sentires não hesites, se quiseres corre!

Porque teu caminho são todos os teus dias, mesmo os do “fundo de gaveta”…

Até mesmo aqueles que não brilham…Enquanto A Vida…

…Essa Não espera, vive, respira e “morre”…

Porque no final os Anjos… Também choram….


Where The Rain Grows [Unarmed]
Helloween

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