“E do teu sonho caiu um MEDO que voou”

Amor,
Talvez de um tempo de te amar… Até porque o que não foi, não passou!
O espaço entre o que sou e a esquina onde guardo os sonhos, encontro-te…
Adeus,
Adeus, suposições, os talvez e o deslizar lentamente para um canto assim como um raiar de sol mas apenas de um “Novembro Chuvoso”…
O teu lugar?
O Suficiente, por onde só os Heróis vagueiam, é simplesmente aqui… Em um aqui de noite após noite, beijo após abraço e de uma gargalhada com sabor a resto de Um Mundo!
Vives em histórias de Fama, Fortuna e Gloria, em um céu que é meu…
E Escondes-te,
Escondes-te por trás do teu olhar de vida, de um regressar a casa, em memórias de carne e de reis de quem se entrega todos os dias, todos Os Seus dias só para que seja(s) verdade…De sentimento(s).
E assim,
Lady’s and Gentleman’s, please welcome…
[BOOM BOOM, BANG BANG]
Luzes, Acção…
Traços de tinta, sombras de carvão, Assim! Da multidão! O brilhar do teu olhar…
Cinzas e Diamantes, conhecer-te e redescobrir-te a cada e todas as manhãs, de sorriso e lagrima, felicidade ou angustia… Ter-te.
Ter-te,
Pelo tamanho de uma vida, de um sabor e delícia de onde descobrimos o ar…
Viver, e Viver-te,
Do Amor em ti, do leve toque de ceda ou cetim… Do perfume de frutos, palavras e saliva…
Duas metades do mesmo “sumo”, abraço e um regressar… Do nada
Do nada!
E se eu te disse-se coisas do coração, da alma e do conforto de um sorriso?
Arranjarias a forma de contar uma história? De dizer a verdade, ou falares de como um anjo chega a terra!
Do eterno,
Do que fica e perdura, intensa e descabidamente do silêncio do tempo contável…
Do hoje, do ontem do amanhã, da luz que incendeia as veias, do respirar, dos silencio, dos espinhos com a mesma intensidade que das rosas…
Porque para sempre….Só um pouco do que se é!
De te ensinar quem sou… da estrada antes dos teus paços,
De Vitórias e fracassos,
Conquistas de como se acha que acabaria um sonho, de (uma) vida simples, fracassos de passos desmedidos e de fortalezas conquistadas!
Do que se precisa para ser feliz…
E posto assim, observando, de pouco, de muito pouco! De ti e um trago de vinho, de poemas, de grandes vivências e pequenos momentos.
Prazer,
Não disto, nem disto, nem daquilo, muito menos de tudo ou de nada, prazer da mescla de e subtiliza de sensações (mesmo das inúteis), da paixão violenta e arrebatadora e de motivo nenhum, de amor intenso, ou de um dia de silencio.
Existirá,
Existira certamente quem ame o infinito, quem deseje o impossível, até mesmo quem não queira nada!
Como,
Como do lado oposto estaremos nós amando infinitamente o infinito, desejando em todos os “sábados”, impossivelmente os impossíveis…
Porque preso a ti, agarrado ao chão Eu quero tudo, ou até um pouco mais, uma vida sonhada ou vivida, um sonho vivido ou sonhado… A medida entre o tudo e o nada…
Ser daqueles e aqueles a quem chamamos “loucos”…
E alegria,
A mesma alegria de uma chegada, de um nascer do sol da confiança e arrepio…
Da perfeição,
Da perfeição da tua música, do teu secreto sorriso, do teu beijo, da melodia que te
faz dançar…
Simbiose de Lua e Sol…
E pouco importa que o hoje seja tarde, pois ”in the Flesh” existirá de novo…
Porque para o tarde, para o nunca, o impossível e o manhã é longe demais…
De pé em apoteose estaremos…. Correndo para o Abraço…
Sometimes I feel like throwing my hands up in the air I know I can count on you Sometimes I feel like saying "Lord I just don't care"But you've got the love I need to see me through
Dance With You (Live from the Paradiso)
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