FUGA…

Sabes Voar!
E o suposto abismo, talvez mais que perto de um céu aberto, um riso e um passo de (re)encontro, de um olhar profundo de um viver…
E resgato(-me), Reinvento(-me), deixo que as vitórias e fracassos sejam parte de uma vivência que permanece em um olhar, uma janela.
E como quem não sabe “dizer” a verdade. O tempo passa como a estrada a velocidades alucinantes, livre no meio (de) um mundo!
Pecado… É não viver, Viver a Vida, deixar o bater do sol e rosto…
Dia monstruoso comparado a mil anos, milagres e devaneios ao mesmo nível das palavras, por onde um jogo de reflexos, a certeza acaba por distrair.
Mil maneiras de ser em apenas uma de viver…
Até porque talvez o para sempre não passe disso mesmo, de um remaster de sonhos e encontros sem despedidas ou falsos passos de um abraçar de manhas adormecidas.
São as entrelinhas, o ser transparente sem ser claro que nos transforma, a vida, os sentimentos o terminar de uma chuva e um abrir de vidraças...
Vivemos á beira do suposto Abismo… Do entendimento…
Queridos & Amados, camuflados por dúvidas e circunstâncias, desprovidos de céu, de mar na imensidão de emoção e alegria…
E a vida assim como um varrer de uma rua, assim com a tranquilidade do cotidiano, fulmina, mata e asfixia…
Mistérios e imperfeições sublinhados, que abrange tanta história, forma eco, saudade…
Não é distância que separa é renúncia...
Intenso, diferente de mil vontades, escolha, recusa e reinvenção…
Como mascara fantasmagórica, vivo sentimentos que não me pertencem, de outras formas, de muitas formas, de outros jeitos…
De um novo amanhecer (á força), de onde nunca se volta igual, um novo tempo nasce! Agarrado às cores…
Quanto vale um sentimento? Uma angústia? Um desmoronar por dentro?
O tempo não é justo, e esquecer é como uma estrada sem volta, o final de uma dança, todas as marcas e “feridas” parte integrante de uma História, cheia de (não) escolhas…
Não há como negar que tudo acaba por esgaçar algumas fantasias fazer cair outras tantas ilusões…
Porque tudo o que é vivido intensamente, diluísse pelo render de uma luta, corações queimados relembram que tudo não foi um acaso, da insistência em querer compreender emoções…
Há coisas que n tem explicação, tem apenas sentimento.
Sentimento… de dentro para fora…
O olhar singelo, a voz do outro, o toque que faz toda a diferença no silêncio chique de uma madrugada…
Verso e prosa, o sozinho no cair de uma alma deveria fazer os “estúpidos” sentimentos, transformar-se em simples palavras no lugar de simples Adeus …
Afastar(-me) do óbvio, momento e destino…
Simples assim…
So Cruel
U2
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