Once Upon a Time (In the Kingdom of Far Far Away)
Deixa-me contar-te uma história com meia dúzia de manhãs solarengas,
com momentos encantados e mistura de realidade.
Uma história de anjos dançando no escuro, de passeios com Huckleberry
Finn, de verdades e magias.
(bem perto das 4 da manhã).
Era um sítio mágico… Onde os Deuses, distraídos, piscaram os
olhos…
… E em um ápice tal como um sonho, como um pedaço da Disney todos
os ruídos da cidade se silenciaram e o tempo parou, da memória apenas o toque em
um qualquer dia em abril.
Reza a história que a estória ainda traz na mais doce das
lembranças o sabor, o encanto e as conversas dos dois “estranhos” mais cúmplices
que conheço!
-E agora?!?!
Agora? Bolas, o
tempo passou!
-Ah, pois…
Mas na verdade e como
em qualquer história de encantar os caminhos em “bem, bem, bem longe daqui” acabam
sempre por os juntar.
É assim que imagino o Paraíso, onde os Deuses dão só uma mãozinha
para que o que ficou, continue ficando, que os arrepios de pele continuem a testemunhar
o toque dos lábios.
- E o Lobo Mau?
O lobo mau? Distraiu
a Princesa
- Princesa? Mas não era o capuchinho vermelho?
E quem disse que por
baixo desse capuz não está uma Tiara?
Era uma vez, o céu e as nuvens inigualáveis em uma vivencia feita
de pautas e acordes, onde as palavras pouco importavam.
Era uma vez uma loucura que marcou consulta, que se mascarou
de verdades e certezas e com o brilho faroleiro sonhou ao encontro do amor.
E na desatenção do Olimpo, por incrível que pareça os “Estranhos
mais Cúmplices de Sempre” reencontram-se… No palato de um vinho, no por-do-sol,
no sorriso, em uma lembrança de sabor tímido, Único.
- Pelas “Chaves do reino”, a Princesa perdeu o chapéu!
E?
- E, o Rei vai nu!!!!!!!!!
Ah, e quem disse
que que era suposto a Princesa usar chapéu?
guarda-fatos.
Simple Plan

Comentários