You gotta make it your own way...
Sou pelos Momentos!
Pelos Momentos Bons, pelos nem tanto e até pelos assim assim…
Aquela fracção de segundo que provoca o “arrepio na espinha”, o “friozinho na barriga” .
É de pedaços de momentos que se constrói uma vida, ou pelo menos o projecto, depois retira-la da gaveta e sacudir o pó depende da coragem que se aplica…
Talvez tenhamo-nos permitido viver uma vida de “mentira”, uma vida ”jogada” pelos outro e pelas suas vontades, acorrentados em “Pandora” quando é lá fora que está o MOMENTO…
Permitamo-nos viver, seguir os feelings, arriscar, atirar-nos de cabeça (…) e se tivermos que nos arrepender deixe-mos isso para depois!
Não me venham falar do “enfim”, que a vida é assim, porque a vida é o que fazemos dela…
Não a levemos tanto a sério, afinal é apenas mais uma brincadeira de criança, na qual foi incutida artificialmente responsabilidades que só existem nos “preconceitos” que as gerações deixaram ir ficando porque dava muito trabalho ir contra a corrente.
Não é politicamente correcto! Politicamente correcto? Mas afinal que p*rra é essa?
Alguém deixa de ser mais? Ou menos? Porque se permitiu sentir, porque se deixou levar?
E afinal quem decide o que está dentro e o que está fora? Quem decide o tempo que podemos ser?
O que serve para os outros, não tem que obrigatoriamente servir para mim e de espantar seria se o contrario se verifica-se.
Por isso, por vezes é preciso dizer dois ou três palavrões que coloquem novamente o eixo da terra no sítio, dizer: - Desta vez que se f*da, vou em frente porque é o que estou a sentir…
Desta vez faço tudo ao contrário, até porque nada garante que não seja o “contrário”que seja o correcto.
Quando chegámos o "tabuleiro" já levava o "jogo" pelo menos a meio! E talvez por comodismo ainda não nos tenhamos dado ao trabalho de achar que qualquer coisa não bate certo, que 1 + 1 até podem ser 3, ou meia dúzia! Who knows?
Deixemos o “aprumadinhos” para quando o senso comum nos obriga a isso, mas de resto tenha-mos a coragem de arriscar, de alcançar, de fazer só porque sim, só porque simplesmente nos deu “na real gana”.
Afinal a vida é uma TV a cores, e vale mais arrepender-nos do que fizemos, do que, do que nunca chegamos a fazer…
Mas serei o único a “marchar” mal? A achar que vale mesmo apena viver o Momento.
«Don’t you take it so hard now, and please don’t take it so bad»
O mais provável é o Amanhã ainda cá estar! E se assim é, que se lixe fica para depois, surgirá outra oportunidade, será que sim?
Mas mesmo que assim o seja, se temos esta oportunidade à nossa frente porque não aproveita-la, ou vamos passara a vida a empurrar uma porta na qual está bem visivel a palavra puxe!
É ridículo podermos escolher religião, partido, profissão, prato favorito, cor das meias, azulejos da casa de banho, gasolina 98 ou 95, papel higiénico folha única, dupla ou tripla, as pedras que pisamos, a chuva que apanhamos e não poder escolher a medida de tempo que toda a vida nos vai limitar a existência, de poder-mos escolher o momento, porque o mal fadado não "fica bem" tem que andar sempre por perto.
Os Valores não se apagam, os sentimentos não desaparecem, nada altera se decidirmos aceitar que as coisas são para serem feitas, vividas e experimentadas.
Muitos de nós, não somos tolerantes, achamos que como esta fora de um tal “padrão” não serve, que é apenas mais um maluco vagando pelas linhas de um comboio desaparecido.
Muitos de nós somos por serem os outros, mas isso não é um sentido. É um desporto.
Um sentido é ver ou cheirar. Tem-se.
Um desporto é correr ou saltar. Escolhe-se.
E essa é a diferença.
(...)
Vivam o Momento, não como se fosse o último, mas sim o ÚNICO.
Vivam o Momento, não como se fosse o último, mas sim o ÚNICO.
Sou uma pessoa de Momentos – Muito prazer!
'Cause I'm as free as a bird now,
And this bird you can not change.
Lord knows, I can't change.
Free bird
Lynyrd Skynyrd
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