Romeo and Juliet
Ela era o sol da meia-noite, ou algo descabido em uma noite
desatenta, era um pedaço de verão, de alegria, ou emoção e ele era um pouco de
pó de estrelas, ou este outro mundo.
E eles, eles eram, dias, momentos e sorrisos, um bocado de
vida em câmara lenta.
Ela era o oito, ou o oitenta, era um pouco de sal, de sabor, ele
talvez uma parvoíce, ou uma bênção, ou apenas um doce querer que teima
docemente se disfarçar de nada.
Eles, eles eram provavelmente só ingenuidade, ou imaginação,
ou colo, ou aconchego, ou reencontro, ou uma nobreza descrita por palavras
sentidas, ou o raiar do sol,
Ela era sorriso, e Vibes de primavera e o fantástico, era fogo
e noite, e ele era a estabilidade ilógica.
E eles, eram o tudo e o nada, o sabor a aventura, e o querer,
essencialmente o querer, fosse por 10 minutos ou a eternidade.
Ela era Princesa, feiticeira e ele meros receios armados em
valentões de algibeira.
E eles? Eles, era bom demais para ser verdade, eram excitação,
vida, experiências experimentadas, eram aquele excêntrico sentimento de cumplicidade
e carinho.
Ela era diferente, era beijos de cinema, ou de “até já”, era saudade
nos desencontros e tom de milhões de mundos, frenéticas tentações, e ele, ilusões
e tímidas promessas de sol entre resquícios de dias felizes.
Ela aquela graça de um desenho animado, um desejar, em sentir que não foi de mais ninguém, e ele um super-herói de quinta categoria,
E eles, eram um segredo clichê entre notas de piano, eram conforto entre frios setembros e o universo depois deste universo.
Ela aquela graça de um desenho animado, um desejar, em sentir que não foi de mais ninguém, e ele um super-herói de quinta categoria,
E eles, eram um segredo clichê entre notas de piano, eram conforto entre frios setembros e o universo depois deste universo.
Ele era saudade cada vez que a via partir, e ela um pouco de Mari Poppins, de Cinderella, ou Tinker Bell,
Eles..
Eram as melhores páginas de “Para lá do inverno”, o melhor aplauso em Shaftesbury Avenue, um paragrafo de Gabriel Garcia Márquez e o melhor refrão entoado no Kennedy Center Honors, mas mais que isso, muito mais que isso eles foram o sorriso que hoje ainda dura e a mais extraordinária história um dia sentida.
Wake me
Bleachers

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