Ah, Ah, Ah… TRISTE DE VER!




Sentimento louco, tolo indefinido entre damas e vagabundos e as palavras soltas do que sobrou!

Ter todas as certezas e mesmo assim não fazer a mínima ideia que o Universo ardeu entre distrações e perguntas.

Chegadas e partidas tão atribuladas como estereótipos de vidas doloridas…

Erros lógicos de volta a Abril, entre luzes coloridas e um local cheio de rostos e batidas alucinantes de coração.

O hábito, as vivencias, a memória de histórias de uma vida adita, de momentos que insistem em viver de baixo da pele.

Entre o senhor do tempo e a estranha desilusão de tudo, o que se quer é apenas querer.

Sem o brilho no olhar, a vida, as vivencias e as memorias.

 

Sendo bom, fica pior…

 

Estribilho de um intento junto ao mar, de um romance igual a contos literários….

 

Inesquecível.

 

Entre a verdade e um qualquer luar, deixa que não exista a mínima razão para que não se sinta o amanhecer.

Pois a sensatez deixou apenas a dor cruel correr pelas veias quentes, corroer o sorriso e o ensejo perdeu o brilho.

Fomos beijo e desilusão, desejo e cobardia, fomos uma montanha de emoções agradáveis e uma despedida triste.

E sem bola de cristal ou máquina do tempo, a noite, que nos vigiava, baralhou-se e desapareceu fazendo de nós tudo o que não somos!

Talvez todas fantasias que alentavam o (nosso) ser, tenham percebido que não eram reais e por um segundo transformaram-se em mágoa.

Haverá sempre amores melhores que apenas um pedaço de céu, daqueles que sempre estão por perto, e não como apenas “aqueles estúpidos” momentos de alento e ser.

Haverá sempre ilusão, constatação e vontade….

Haverá oportunidade, uma época, uma fugaz centelha de barreiras quebradas.

E se de repente eu te contasse da saudade, da confusão e de querer ser o teu grande amor, entre desejos mais que imensos e brumas de um devaneio gentil.

Será que se eu viajar no tempo… ainda dá tempo de ser verdade!?


 
Dancing On My Own (Robyn cover)
Nick Goldston

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