NÃO GOSTO DE MIM – O ERRO DE SINTAX!
Fogo de
artificio na escuridão da noite, e eu não gosto de mim!
Estarei
simplesmente destinado a confiar em um mero show de luzes?
não gosto de
mim…
Terei apenas
medo das sirenes e rostos que possa conhecer?
não gosto de
mim.
Porque isto
não é o Paraíso? E Eu? Eu, não gosto de mim
O rolar dos
dados entre escolhas e erros, não gosto de mim!
Talvez se
olhasse mais de perto, talvez conseguisse ver o Nascer do Sol nos teus olhos,
mas… não gosto de mim
Poderia
deixar a vida simplesmente “guiar-me”? não gosto de mim
Serei mais
forte do que penso? Tudo o que toco parece vidro?
(não Gosto de mim)
O sabor
amargo dos dias e a apatia do céu, não gosto de mim!
Isto não é o
Paraíso, não gosto de mim
O Amor tão perto
e tangível, mas eu, não gosto de mim.
Conflitos de
montanhas e sussurros de fantasmas. não gosto de mim.
O mundo pode
não saber, mas as estórias dizem que as pessoas vêm, com a mesma particularidade
que partem.
Dos sonhos a
tristeza de Simba e a realeza de bailes mágicos.
não gosto de
mim.
Se o Diabo
reclamasse a minha Alma? não Gosto de mim…
Se tudo
fosse apenas um jogo perverso? não gosto de mim
E se na
tentação de Éden, na força do último folgo abrisse mão de tudo e os momentos se
reinventassem com aguarelas vivas? não não gosto de mim.
E se tudo
isto fosse apenas o correr da mare e por magia de Aladdin conseguisse mudar
alguma coisa?
Não,
Gosto de
MIM!
(E assim na
correria do fogo, no criar da lua, um pouco mais de perto talvez conseguisse
ver o Nascer do Sol nos Teus Olhos e dessa forma te ver partir?
Não,
Gosto de Ti.)

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