Ensinaste-me o Amor e Eu… Amei!
“Ás páginas tantas da vida, se me tivesses
dito que o Mundo tinha sido invenção tua, eu tinha acreditado, não por ser
absolutamente lógico, mas sim pelo estado irracional dos momentos, não
duvidaria que todas as coisas grandiosas que existem pudessem ter
tido em algum momento o teu toque, por tanto acreditar nelas e nas palavras
enfeitadas de ornamentos linguísticos, tiques, convicções e portões de castelo
escancarados.
Tu, só tu, no fim das contas, acreditando
que o amor existe e tem escala, quantidades mensuráveis, recordes… Então
és tu, foste e sinto que serás sempre tu o meu limite.
Pele, sentido e sentimento…
(…)"
Se uma historia começa-se por Era uma vez,
Muitas seriam as vozes que, à vez se ergueriam no sentido que
verbaliza o gesto, o grito do inconformismo.
E Assim se contaria histórias das vidas dos outros que somos
nós… Dos que ficam, dos que partem e dos que partindo vão ficando…
Seria, Caminho e Caminheiro na senda de um Destino comum que
de comum nada tem, Contador de estórias, Realizador de sonhos, de amores e
desamores, palavras que o tempo, o vento não levam porque sabem a terra e a
mar, a vilas e lugarejos, e a lugares recônditos da Alma, Têm o sabor de tardes
de um Sol maior, e um pouco de trevas em tom menor que negam verbos em vão!
Era uma vez… Muitas vezes….
Como se diz o sentir, falando do fundo do ser, calando a monotonia
do óbvio, escrutinado no sentir e entende-lo no toque, respeita-lo nos silêncios,
cobri-lo de glória e de assombro na pauta tornada vida, em que cada pagina
reflete um princípio de continuidade…
Assim, são os sentires que se sentem uma vida inteira de entrega
sem ir ao receio dos dias que ainda hão-de vir…
Porque esses os dias são do palco e da estrada, das terras e
dos gentios, de todos e de cada um de nós!
Era uma Vez…. E no passar do tempo que se faz futuro, o
aplauso que se fez presente de um orgulho muito próprio de quem sorri do que
sente.
Eis a “dança da vida” tornada mestra de palco, de luzes de
uma ribalta sentida, erguida sobre os ombros dos que acredita no Amor, na eloquência
do dito que foi… Que é, e será!
Tempo e um lustro, ilustram a longevidade de quem dispensa
terapias, rodeios ou excitações.
Sonhos unidos hoje, como ontem, herdeiros de um tempo
incomum e sem limites, são a essência do olhar, que se fez nosso, falado na
silaba e embalado no tom que perpetua o timbre, o coração e a sua batida sem abatimento,
o fulgor ampliado na liturgia que celebra a cumplicidade de momentos feitos, de
gente e gerações construída de um legado contínuo, como se hereditário fosse o
destino que se escolhe!
Genes que fazem Gênios, e Gênios em um gene, transversal na entrega,
singular no sentir, no sentido, plural na mensagem, único numa vida que é de cá
e de lá… Do Norte e do Sul, do Leste e Oeste…
Sem ocaso nem crepúsculo, sem acaso nem quezília, o caminho
do futuro, é o caminho não apenas do que ouvimos, mas do que sentimos, como se
o querer, o toque, o abraço que emana fosse o vinho inebriante que enche os
copos do nosso próprio silencio…
“E quando ela
ri... Eu tenho vontade de chorar. Não de tristeza, mas porque cada gargalhada é
uma nota musical que toca ao coração e faz querer dançar.
Gostava de me
ter apaixonado por ela no primeiro dia que a vi, e não no segundo. Porque cada
dia com ela é a certeza de que somos amados. Porque ela é sedução e alegria num
só. Porque consegue o que quer com o poder do sorriso e a força do olhar. Seria
um tolo se não soubesse o que os seus olhos sempre dizem e que adora a cor Laranja.
Quero que saibas
que ela é tudo o que quero e nunca soube que tive…”

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