JUST A HUG…

For My Brother…
O tempo passa, as memórias desvanecem-se, as coisas importantes e os abismos que passamos tornam-se vagas memórias de tudo aquilo que em tempos achamos como sendo o “último passo”.
O tempo passa, as memórias desvanecem-se, as coisas importantes e os abismos que passamos tornam-se vagas memórias de tudo aquilo que em tempos achamos como sendo o “último passo”.
Mas o esvoaçar do tempo também nos traz outras coisas! Tais como uma “parede branca “carregada” de mil janelas” as quais vamos abrindo ao sabor do vento, ao sabor do que realmente achamos ser o que desejamos ver no momento ou como passagem para um final que tanto ansiamos.
E isso faz de nós uns verdadeiros lutadores, arregaçando as mangas (que por vezes até são as mangas da própria alma) fazendo com que o bater do nosso coração seja o propulsor para conseguirmos alcançar a “lua”…
Claro que a rebeldia também pode ter uma quota-parte de responsabilidade “-É típico da idade” como muitos dizem… mas será que é só o que está à superfície é que digno de ser avaliado? Ou será que terá que se ir mais longe? Ir mais fundo?
O dia-a-dia com uma pessoa pode e não nos diz tudo sobre ela, pois não conseguimos alcançar os momentos em que no aconchego de uma almofada, ou no fundo de um copo de Absinto quais os pensamentos que vagueiam, os sentimentos que surgem, por muito que tentemos imaginar isso não é possível.
Mas existem momentos que se destacam de tudo o resto da rebeldia que julgamos ser o que comanda, momentos em que a voz se embarga para falar abertamente do que se pensa e principalmente o que se sente.
Todos temos responsabilidades q.b. por avaliar-mos o que julgamos ser verdade sem no mínimo termo-nos permitido a ouvir.
Avaliamos e criticamos sem termos na nossa “posse” todos os elementos que nos possa mostrar as coisas com clareza achamos que já vimos tudo por conversas fugazes mas não vemos que isso será como um “cigarro mal apagado”.
E depois quando surgem surpresas, (surpresas como as que fizeste domingo passado) ficamos sem palavras, ficamos sem chão, ficamos sem ar…
Todos nós tivemos, temos, ou iremos ter sonhos e deixar de lutar por eles, deixar de ter forças para continuar a acreditar é responsabilidade nossa! Por termos nos deixado cair em subterfúgios que nos levou a acreditar que não passavam disso mesmo, meros sonhos.
Mas tudo muda quando encontramos alguém que consegue abrir a “janela” certa e conseguir caminhar mais e mais no alcance do seu sonho, por criar as condições necessárias para que esteja ali a um pequeno passo e espelhamos todas as nossas frustrações por não termos tido a coragem de ter feito tudo por que desejávamos alcançar…
Deixamos de pensar que por vezes a luz pode estar longe do nosso lugar, por culpa nossa, porque as condições na nossa vida foram criadas por nós e não porque o que nos envolve, porque essa também foi uma escolha nossa (livre arbitro).
Por tudo isso e mais qualquer coisinha eu faço o meã culpa e digo que afinal existem pessoas
raras, pessoas raras como tu…
Brothers of Metal
Manowar
Comentários